Frase de Keyla Débora
Farei de tudo para que não percebas meu amor, ali no cantinho, te olhando, te querendo, me escondendo, te amando
No pensador.ai desde
Farei de tudo para que não percebas meu amor, ali no cantinho, te olhando, te querendo, me escondendo, te amando
No pensador.ai desde
-Li, reli, soube da vida -Vi, revi, assisti a enlaces -Questionar a cerca do amor é tolice,
-Li, reli, soube da vida -Vi, revi, assisti a enlaces -Questionar a cerca do amor é tolice, Pois o que não nos é tangível Difícil é sua compreensão - Dá-lhe conceito, - Utopia. - Dá-lhe forma, - Cegueira. - Cobrar-lhe razão, - Loucura. - É sorte? - É construção? - É procura? - É um achado? - Alfa? - - Omega? - É o caminho? - Ou o final dele? - Porque quanto mais procuramos conhecimento, quanto mais estudamos, Mas longe, dele ficamos? - “Só os burros encontram amor pra vida toda, E se no meio do caminho quiser sair de seu estado de ”burrice”, Irá ameaçar sua situação de felicidade plena. Eu sou burro, quero ser sempre burro”* - Será que a exibição exacerbada da alma..., A procura constante por enriquecimento intelectual..., A expressão ilimitada do saber... Distancia-nos de tal regozijo, o amor? - Não sei, só sei que nada sei, sendo assim , um BURRO, E BURRO FELIZ
Que a beleza seja só complemento, sentimento seja o principal, que alma prevaleça ao toque, que a alegria venha do sentir e não do ter, que a lágrima venha do riso e não da tristeza, que o mundo acorde, que eu me acalme e acredite.
Não é o que tens dentro de ti que te faz um ser humano, e sim tuas atitudes.
São tantas as confusões O mundo, aí fora, me assusta. Múrmuros, gritos, risos, todo esse barulho me devolve pro nada
São tantas as confusões O mundo, aí fora, me assusta. Múrmuros, gritos, risos, todo esse barulho me devolve pro nada É tudo sem sentido, e eu sinto Um néctar gelado descendo por minha garganta, Sem gosto , mas refresca. Olho pra todos os lados e não vejo nada, nenhum Oasis. Apenas um copo suado, um estranho do lado, sem nada pra dizer Algumas bitucas afogadas nas cinzas, que ainda insistem em queimar Turbilhoes e mais turbilhoes de histórias, deixo escapar, sem interesse. Noto olhares frios procurando o que acham que ainda não encontraram. Procuram por alguém, por amor, por trabalho, um sorriso, por mais um copo E perdem-se. São felicidades tortas, vãs, ocas e que se desprendem na fala. Como se fosse um reunião de “mudos” ( ou surdos?), Onde o que se ouve, não se escuta Não, igual a todos aqui, não estou querendo saber. Um sopro no fundo da garrafa e “- Mais uma?”. - Não, só a despesa, por favor. Enquanto espero, percebo que não estou pensando em nada , Nada além de não estar pensando em nada. É estranho ! - Não confunda os outros com sua loucura. – OK, vou tentar Sou igual a todos eles, também procuro algo. Desta vez vou procurar minha carona lá fora, bye!