Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

DE VOLTA Aqui vai o meu olhar de volta, pro vazio pois pra mim o céu aquietou, emudeceu depois que o seu silêncio me escreveu a distância e, a poesia ficou com fastio Se tudo tem seu tempo, em mim doeu ao deixar o seu gosto sem o seu feitio ao sentir que já me esqueceu, arrepio e que no seu amor, não tem mais o meu Olha pra mim, só restou a minha metade dum coração solitário, onde, eu sou réu e neste cancioneiro, está triste fatuidade Se ainda ouve de mim uma canção, eu ouço o seu suspirar na minha saudade... Que grita, uiva, na poesia deste plebeu. © Luciano Spagnol- poeta do cerrado Cerrado goiano, 5 de dezembro, 2019

Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei
Continuar lendo

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei No chão, e da terra então, eu me achei Se daqui eu sai, hoje, meu lugar é aqui Mas há ilusão no tempo, se acolá e ali Outros houve, e assim, eu então farei Caminho, na diversidade, caminharei Num ardor sublime, na terra araguari Ah! Ó saudade de cólera tremenda Os sonhos sonhados agora fugitivos E as lembranças ao coração inflama Poetizaram nas rimas desta lenda A emoção tão comuns dos vivos Os desenganos os deixo na lama. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro, 2018 Triângulo Mineiro Olavobilaquiando

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação
Continuar lendo

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação A alma gretada cata os sábios Fundamentos do terno coração Ardendo o pedido de socorro Sufocados no amorfo pulmão Onde a erudição se faz forro E manta das quedas do coração O corpo chora as agonias E o alarido estridente uivo aflito Tentando cuspir arrelias Das entranhas num seco grito © Luciano Spagnol poeta do cerrado 06/08/2012, 18’58” Cerrado goiano