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Frase de Rômulo Bourbon

⁠ÉRIDA Sem chão nem Fé, me vi flagelado bem apegado a um Amor tinhoso. Devaneando, morto, ao Sol do Descaso, vi o mundo ruir. Abismo vultoso. O bailar de Érida, Corpo equilibrado, vinha mostrar seu Passo virtuoso. Era o Baile corrente, aclamado, tecido nos Saltos sem pouso. E veio o Sonho: e foi desperdiçado! E veio a Morte: o luto renovado, o espinho encravado em meu pé! Tudo indicava o Sol! Fiquei embaixo, na Prisão que estive e em que me acho, a Sonhar e a bailar, sem chão nem Fé!

Rômulo Bourbon

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Pensador.com

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⁠BRENNAND A cerâmica é arte, onde fazem esculturas. As mãos de um grande artista criam obras e pinturas. Mas, pra ser um imortal, além de pintar mural, tem que ter muita ternura.

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⁠⁠CAJUÍNA-MENINA (Ode à cidade de Teresina) Diante de mim, a cajuína-menina do campo, Moça meiga e valente. À beira do Poti, a estátua imponente do Cabeça de Cuia. Hora vespertina. Mas o Riso de anjo da pequenina atravessava a ponte, águas correntes; e o Rio Parnaíba, à minha frente, cortava a cidade-luz, Teresina. E enquanto eu declamava Torquato e Costa e Silva, rio abaixo, rio arriba, quando nem havia ponte estaiada, o Sol fulgurante, no artesanato, vinha alçar-se, no céu, lá em riba, brilhando no rosto de minha amada.