Frase de Rômulo Bourbon
ÉRIDA Sem chão nem Fé, me vi flagelado bem apegado a um Amor tinhoso. Devaneando, morto, ao Sol do Descaso, vi o mundo ruir. Abismo vultoso. O bailar de Érida, Corpo equilibrado, vinha mostrar seu Passo virtuoso. Era o Baile corrente, aclamado, tecido nos Saltos sem pouso. E veio o Sonho: e foi desperdiçado! E veio a Morte: o luto renovado, o espinho encravado em meu pé! Tudo indicava o Sol! Fiquei embaixo, na Prisão que estive e em que me acho, a Sonhar e a bailar, sem chão nem Fé!
No pensador.ai desde