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Frase de valdenir de lima oliveira

A Fúria Da Razão Um dia eu tive que reclamar Das coisas que só me faziam mal Não dava mais pra deixar Aquele barco de novo a remar, E fingir pra mim mesmo Que estava tudo bem Tudo normal Tive que mostrar Qual era o seu lugar E impedir que outra vez Voltasse e fizesse tudo igual Não dava mais pra aguentar Tanta hipocrisia E tanta coisa fora de lugar Tanta coisa era um perigo De se ter medo até de entrar, Pela gelosia Dava sempre pra espiar O que se escondia naquele abrigo Que pra gente não queria mostrar Não era faca, aço Nem facão, Não era barco, abraço Só coração Espantado como ele só No vai e vem Dessa confusão, Num estado de dar dó Com rosto molhado Sem direção Um dia eu tive que reclamar Colocar a boca no trombone O meu instinto é amar E nunca falar em telefone, Comigo é olho no olho É o meu jeito de reagir E também de começar, Malandro tu não tenta fugir Porque o meu grito é tão alto E tu não queira imaginar, A doçura tem meu jeito normal Quando ninguém me atrapalha E me trata sempre por igual Mas nunca banque o canalha Atropelando o meu ideal, Porque se não você vai conhecer A fúria da minha razão Que dentro de mim Nessas horas dão sinais E faz prevalecer O que vem do coração, E todo dia aqui dentro Já bate sem fim, É batuque de assustar E até parar a multidão.

valdenir de lima oliveira

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Pensador.com

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Afeição É começo de amor É novo dia chegando, É mais um no corredor Se apaixonando, Eu vejo ventar E venho jantar, A noite padece E carece de amar Eu abro a janela E assisto a novela, Pois a vida lá fora Ela é sempre mais bela.

A Água Bela,singela Assim ela revela
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A Água Bela,singela Assim ela revela Vida,alegria Manto e fantasia Cor,maresia Sonho e ventania É a gota da vida pingando É a rota vivida findando É a ponte perdida voltando E o passo seguinte buscando É tudo que não pode faltar É fonte que não pode secar.

Madrigal Escute essa manhã Olhe bem esse sol
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Madrigal Escute essa manhã Olhe bem esse sol Tenha toda a manha Com essa luz no chão Beba esse vinho E coma esse pão Abrace esse tempo E tudo o que há Por dentro Com essa paz, Essa glória e Esse vento Deite,role e amoleça Até que a noite apareça E te traga mil estrelas Que te afaga e adormeça.

Avenida Brasil Foi na avenida Brasil Que a história se deu,
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Avenida Brasil Foi na avenida Brasil Que a história se deu, O mundo vinha de longe Chegou ali e cresceu Tem gente de toda maneira, Tem carro em toda ladeira, Tem gringo e tem correnteza Tem bingo e muita tristeza É um choro, Um abraço, Um adeus É a lacuna e você outra vez É vida,ilusão Se perdendo na pista É fator em ação Interrompendo conquistas É uma gente com pressa Sem promessa de paz, É uma gente incapaz De um gesto de calma Sem trégua e sem alma Já entregue ao acaso Nesse árdego caos Onde a fúria é capaz Com essa força bruta Há habitar sem paz.