Frase de Ricardo Maria Louro
Até Depois - Não partas, meu amor, que eu fico num tormento Sou pedra de silêncio, sozinha no caminho Sou chuva que se alteia ao sabor do vento Um pobre sem saber qual é o seu destino. Um cálice, um lamento, gemer de solidão São horas que te espero, são horas que não chegas A raiva que me aperta, que esmaga o coração São flores, meu amor, que a vida leva secas. Trago na voz solidão, o ser na vida um triste O grito d'uma noite, teu corpo que não chega E a ânsia que me escorre, que dói e que persiste Minha taça, meu veneno, de loucura e d'incerteza. Nao sei porque te espero, se quero ou não te quero A vida é uma roda, tudo volta ao que já foi Eu amo o teu olhar, mentiras não tolero Adeus, digo-te adeus, adeus e até depois.
No pensador.ai desde