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Frase de Nicola Vital

ESCASSEZ DE CONSCIÊNCIA: (alusiva ao dia das águas) Permitam-me encetar o texto com uma alusiva a um dos grandes "monstros sagrados" da Musica Popular Brasileira (MPB), que já na década de 1980, encantava o mundo interpretando uma das mais sugestivas letras de nossa musica contemporânea. O garboso Guilherme Arantes, gracioso cantor e compositor paulista, ganhador do segundo lugar do Festival Shell da MPB em 1981, com a música de sua autoria PLANETA ÁGUA. Alçando o Top 10 nas paradas brasileira, sendo uma das canções mais preferidas do público, sempre lembrada ao se tratar da preservação das águas. Talvez inspirando a data comemorativa ao dia mundial das águas, que em 21 de fevereiro 1993, foi oficialmente declarado e comemorado no Brasil para vinte e dois de março. Porem, o que tem a ver musica com tais comemorações? Talvez não tenha, aparentemente, contudo, a abordagem ao assunto é apenas para nos reportarmos ao exercício da cidadania na educação da preservação do meio ambiente, na conscientização do uso racional de bens não permanentes, como a água. Há época, já existente na consciência destes poetas, conforme mostram suas obras. Talvez um prenúncio da história. Fato é que, 22 de março é alusivo ao dia internacional das águas. Uma das maiores riquezas naturais ou a maior que o planeta terra nos presenteou, e irracionalmente, o homem tem maculado essa verdadeira fonte de vida, usando-a de maneira incoerente, de todas as formas possíveis e imaginarias. Devastando as matas ciliares, provocando o assoreamento de rios e mananciais, consumindo-a indiscriminadamente e irresponsavelmente. A água é talvez, o único recurso natural que tem a ver com todos os aspectos da civilização humana desde seus primórdios, passando pela agricultura e indústria. Bem como, seculares valores culturais e religiosos em nossa sociedade. E sem duvidas, notadamente essencial, seja na essência vital dos seres vivos animais ou vegetais, e até mesmo como fator de produção de bens de consumo. Estudos científicos determinam que 70% do nosso planeta são constituídos de água, desses, 3% são águas doce e, desses 3%, 98% são subterrâneas, significa dizer que a maioria da água potável existente no universo é mínima diante da quantidade total apropriada para o consumo humano. Sabemos que na sociedade atual, a busca exacerbada pelo conforto resulta quase que indispensavelmente de um aumento considerável da necessidade de água. E se não nos conscientizarmos de que devemos, sim, incontestavelmente, nos adequarmos ao bom uso desse bem tão precioso, num futuro próximo, iremos nos deparar com a maior catástrofe natural da história da humanidade. A falta de água consumível. Se não nos imbuirmos em educar as futuras gerações contra esse iminente mal, enfrentaremos conflitos entre nações por um bem que é de todos nós. E que, até o presente, não enxergamos o perigo em nossa frente; quando lavamos nossos veículos abusivamente ou lavando calçadas desnecessariamente, esses, entre outros, são pequenos gestos que poderão se transformar em gigantescos problemas. No entanto, é de bom alvitre lembrar, que diante de tudo isso, aqueles que deveriam desenvolver políticas públicas de convivência com o problema, transformam-no numa indústria de captação de sufrágios. Todavia, nesse dia alusivo à água, vamos irmanarmo-nos no intuito de respeitar, admirar e amar aquele que inspirou o titulo dessa matéria. O meu, o seu, o nosso: PLANETA ÁGUA e suas riquezas naturais.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.