Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

Amor com pimenta Tantos poemas Chorados Tantos versos Acabrunhados Feitos nos proveitos Da imaginação Agora aqui estou Imergido Em pleno voo De letras servido Esperando Uma nova emoção Chega de vazio Vazio leito Peito vazio Solidão como sujeito Eu só queria Poder compor Afeto na caligrafia Sem os rabiscos de dor E nem porfia na teoria E assim, uma canção Que fale Que ouça Não cale Respire Suspire e esbouça As videiras do coração Compassivamente Servindo-me de poesia Verdadeiramente... Sedenta! De amor com pimenta. © Luciano Spagnol poeta do cerrado 23/04/2016, 09'09" Cerrado goiano

Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei
Continuar lendo

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei No chão, e da terra então, eu me achei Se daqui eu sai, hoje, meu lugar é aqui Mas há ilusão no tempo, se acolá e ali Outros houve, e assim, eu então farei Caminho, na diversidade, caminharei Num ardor sublime, na terra araguari Ah! Ó saudade de cólera tremenda Os sonhos sonhados agora fugitivos E as lembranças ao coração inflama Poetizaram nas rimas desta lenda A emoção tão comuns dos vivos Os desenganos os deixo na lama. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro, 2018 Triângulo Mineiro Olavobilaquiando

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação
Continuar lendo

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação A alma gretada cata os sábios Fundamentos do terno coração Ardendo o pedido de socorro Sufocados no amorfo pulmão Onde a erudição se faz forro E manta das quedas do coração O corpo chora as agonias E o alarido estridente uivo aflito Tentando cuspir arrelias Das entranhas num seco grito © Luciano Spagnol poeta do cerrado 06/08/2012, 18’58” Cerrado goiano