Frase de Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
SONETO DO PERDÃO O teu não, vergasta a minha fé Dá-me o perdão como veredito És a quimera de que necessito Refreai-me da cilada do mundé Do coração, o dito não é escrito O teu fascínio embarga-me até Eu sou só pra ti e ti pra mim, é Vou além. Tu me levas ao infinito E nesta de alma perdida, sofrida Rasga-me o peito a tua partida Se, só queria alegria e não dor Então, aqui na sobra repartida Lágrimas da saudade escorrida Murcham com mágoas, o amor! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado Abril de 2017 - cerrado goiano
Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde