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Frase de Everton Arieiro

O lenço Todo dizer é pouco; Queria dizer o bastante; Não que seja louco; Prolongar esse instante. Buscar o olhar bandido; Que não me permite viver; Quer roubar meu ouvido; Para ouvir só a você. Faz tempo que não penso; Há tempos não sou eu; Apenas me sinto propenso; A tornar-me tudo teu. Cuido de mim para ti; O coração te entreguei; Não é cada um por si; Embora não tenha lei. A lei é se entregar; É a regra para viver; O único jeito de amar; É ao amor corresponder. Corresponder é a resposta; A que quebra o silêncio; Quem ama nunca gosta; De dar ao rosto um lenço.

Everton Arieiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Everton Arieiro

Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível…
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Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível quando trabalho nesta parte.

A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o en…
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A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o encontro, para rir do tempo que fez desencontrar.