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Frase de J.R. Wendell

Naquele momento eramos todos iguais, com a diferença que os homens falavam, ao contrário dos animais, mas eu, que já não falava desde a manhã, desconsiderei essa diferença.

J.R. Wendell

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Pensador.com

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Outras frases de J.R. Wendell

E continuamos errando, ambos e todos. Mas não importa, a vida real é assim, continuamos perdendo e achando, juntos e sozinhos, entre achados e perdidos. O presente deve ser muito mais que um intervalo para reflexões passadas e planos futuros... E se o presente é o único momento q…
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E continuamos errando, ambos e todos. Mas não importa, a vida real é assim, continuamos perdendo e achando, juntos e sozinhos, entre achados e perdidos. O presente deve ser muito mais que um intervalo para reflexões passadas e planos futuros... E se o presente é o único momento que temos a ser realmente vivido, que seja vivido bem... Conosco, um segundo por vez, assumindo o amor que temos presente em nós, existente, correspondido ou não. Se do que passou, mentiras, sabidas, ocultas e incertas, formou-se a base das ilusões que constroem o que vem, a realidade restante é o presente do que somos agora... E o mais importante, o sentimento é real... verdadeiro... Pois nos faz companhia, mesmo que sozinhos, presente, longe ou perto, agora, ainda e sempre. E só assim nos tornamos presentes, quando somos reais e sinceros e fiéis a nós mesmos. A tristeza, que acompanhava as incertezas, deve morar no passado e ainda que surja de novo em novas projeções futuras, não tem lugar no agora; por que a felicidade ocupa todo aquele espaço infinito do presente... Se continuamos errando, é porque buscamos o acerto, que só o tempo de uma forma ou de outra tende a trazer, independente, quanto a felicidade, mora apenas na certeza do que sentimos hoje.

...ela sempre soube onde me encontrar, mas quando a distancia aumentou, se perdeu e não achava mais o caminho, eu acreditava; mas a distancia se fez por seus proprios passos, que só pelos rastros mais tarde eu notei. Sozinho... Fui perdendo as pistas, o rumo, as pegadas, e na esp…
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...ela sempre soube onde me encontrar, mas quando a distancia aumentou, se perdeu e não achava mais o caminho, eu acreditava; mas a distancia se fez por seus proprios passos, que só pelos rastros mais tarde eu notei. Sozinho... Fui perdendo as pistas, o rumo, as pegadas, e na esperança de esquecer que os laços que nos prendiam eram nós soltos, mas apenas de sonhos que eu mesmo criei.

Pássaros Noturnos Voamos alto contra o vento incessante, e a cada instante, o alvo foge fugaz.
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Pássaros Noturnos Voamos alto contra o vento incessante, e a cada instante, o alvo foge fugaz. Suspira assim um lamento, vendo que o pensamento, tende a voar pra trás... Muitas léguas perdidas na imensidão do ar dizem de vidas vividas, profundamente rasas onde o sim esconde o não, esquecendo-se a razão, para que em novas asas pudessem voar Voemos alto rumo ao paço desconhecido, para que esquecido, o destino passe. Provações no mesmo passo, tentações no mesmo laço E aos tropeços, novo impasse... Céu espesso, brisa forte, peço, me dê um norte, enquanto ao sul padeço. Entristeço e espero a morte, mas ainda prefiro a sorte, pois quanto a ti não esqueço. Um voo alto rumo a um sonho impossível que invisível, ao manto da noite embala. Enquanto dormes te procuro, escuridão, mas condeno a boca então, pois que ao invés de falar se cala. Mas somos pássaros noturnos, daqueles que voam alto trazendo e levando sonhos, procurando momento oportuno. Nossos pensamentos ecoam e por mais que as palavras doam impulsionam novo salto. Voamos alto rumo ao lugar comum, e assim como qualquer um, buscamos felicidade. Sós estamos, sem que nos vejam voar, restando pouco a falar pois que ao amor corresponde a verdade.

O moinho dos sonhos Vento forte, aurora dos tempos tarda a chegar, pois ao leve impulso gira.
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O moinho dos sonhos Vento forte, aurora dos tempos tarda a chegar, pois ao leve impulso gira. Inerte folga, de um sopro póstumo... no tempo moinho, engenho de sonhos, venta esperança e tritura forte, ventando forte tritura a esperança e a cada volta da mó tudo vai, nada volta... Caminho absinto, pelo vento impulsionado o sopro da vida é bem vindo, mas forte, por sorte sou vago. Não espero por ninguém, mas também ninguém me espera. Entre as Mós vão girando, vez ou outra em falso, mas depois que entre elas caem, os sonhos, são pra sempre triturados... Noto passos adiante, ainda que nem sempre, rastros tento correr, bisonho, perco o pé e a aderência; sonho alto... Os amigos vão ficando para trás, ao final de cada ciclo. Alguns acompanham lembranças outros nem em pensamentos alcançam e entre as Mós vão todos ficando Sozinho fico em pensamentos, inconsciente coletivo, muitos me vêm em mente, entre dramas, retalhos e risos vez ou outra, alguém da vida real me cerca, aguçando ainda mais o meu individualismo Algumas voltas passam, sim, demasiadamente estendidas. e outras que vêm e vão nas lembranças já esquecidas outras tantas preconizando futuras sombras das que nunca virão, Todas perdidas. Da esperança restam ventos que entre as Mós vão se entretendo junto aos grãos amor e ira; e ainda que nelas não fiquem vão aos poucos a si memos moendo Do sonho ainda não disse, velha montanha formou-se das coisas que o vento trazia se não resistiu ao tempo, moinho de vento. ainda que em menor tamanho são sonhos, pequenos coloridos e esmos, parte de um todo mosaico prosaico, sabem as Mós moem a si mesmas Penso em voltar a escrever à minha amada, Mas ela dorme.. e nas mãos eu levo a carta - ainda em branco.