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Frase de Tracy K. Smith

Provavelmente ele perdeu controle de si mesmo E caiu em cheio naquilo ali, seu novo Corpo capaz, esguio, vibrando na velocidade Da crença. Ela provavelmente esperava Na luz que todos descrevem, Acenando para fazê-lo vir. Certamente eles Passaram todo o primeiro dia juntos, caminhando Além da cidade, até os pomares Onde perfeitos figos e ameixas amadurecem Sem medo. Eles nos disseram para não vir Girando mesas para encontrá-los. Nem sequer Visitar seus corpos debaixo da terra. Eles são Talvez o que às vezes chama Pessoas presas em algum inferno impossível. Aquelas que depois se recordam, “Ouvi uma voz dizendo Vá e finalmente, feito mágica, fui capaz De simplesmente ir.”

Tracy K. Smith

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Pensador.com

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Outras frases de Tracy K. Smith

poesia é a maneira de pisar na desordem da experiência
Quando acreditávamos no submundo, enterramos tesouros para nossos mortos. País de cães e criados, onde fantasmas com mantos costurados com ouro caminham. Amores antigos aparecem em sonhos, ainda lívidos com cada desfeita. Mostre-os a saída,
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Quando acreditávamos no submundo, enterramos tesouros para nossos mortos. País de cães e criados, onde fantasmas com mantos costurados com ouro caminham. Amores antigos aparecem em sonhos, ainda lívidos com cada desfeita. Mostre-os a saída, A cama está cheia. Nossos membros se enredam no sono, mas nossas sombras caminham. Talvez um dia será suficiente viver algumas estações e regressar às cinzas. Sem filhos para levar nossos nomes. Sem pena. A vida será uma breve, oca caminhada.

Quando o seu doce pai morreu Você acordou antes dos primeiros raios E comeu meio prato de ovos e mingau,
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Quando o seu doce pai morreu Você acordou antes dos primeiros raios E comeu meio prato de ovos e mingau, E bebeu um copo de leite. Depois de sua partida, me sentei no seu lugar E terminei os pedaços de torrada com geleia E os ovos frios, o bacon espesso Colado com gordura, saboreando o gosto. Aí fui dormir, muito jovem para saber quão estreita E sombria era a estrada à sua frente — Todas as casas fechadas à zíper, as nuvens escassas da noite turvas como café frio. Você ficou sumido por uma semana, e quem éramos nós Sem seu perfil claro espantando Tudo que nos metia medo? Um vizinho nos mandou um bolo. Nós comemos Os frangos assados e presuntos doces. Baixamos nossas cabeças e rezamos Para que você voltasse para casa são e salvo, Sabendo que o faria.

Eu não queria esperar de joelhos Em uma sala calada pela espera. Uma sala onde ouvíamos a respiração
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Eu não queria esperar de joelhos Em uma sala calada pela espera. Uma sala onde ouvíamos a respiração que incha, o chiado na sua garganta. Não queria as orquídeas nem as bandejas De comida destinadas a fortificar esse silêncio, Nem rezar para ele ficar ou ir Finalmente em direção àquela luz extática. Não queria acreditar No que acreditamos nessas salas: Que somos abençoados, deixando partir, Deixando alguém, qualquer alguém Escancarar as cortinas e nos elevar De volta para nossas claras e ofuscantes vidas.