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Frase de Diogo Viana Loureiro

⁠Viver com Afantasia em uma Sociedade de Fantasias Imaginar o mundo ao nosso redor é algo que a maioria das pessoas faz naturalmente, mas para mim, isso é uma impossibilidade. Vivo com afantasia, uma condição onde o ato de visualizar imagens mentais simplesmente não acontece. Enquanto outros conseguem projetar lembranças, cenários e sonhos com vivacidade, minha mente opera em um plano puramente conectado à realidade objetiva. Minha realidade é feita de informações (memórias semânticas), sem o colorido de imagens mentais. Isso já cria uma distância imensa entre como eu experiencio o mundo e como os outros parecem vivê-lo. Além disso, existe outra camada de complexidade. Vivo também com autismo e outras neurodivergências, condições que moldam ainda mais minha percepção e interação com o mundo. E uma parte fundamental dessa vivência é o fato de que, objetivamente, só consigo experienciar o sentimento do agora. Não tenho uma herança sentimental que me ajude a filtrar o valor das coisas. Vivo de forma intensa e imediata, cada momento sem referências do passado, sem scripts mentais, não importa quantas experiências eu tenha tido. As decisões importantes que tomo são baseadas nesse único sentimento presente e na frieza do conhecimento semântico, porque não consigo conectar essas decisões a uma compreensão emocional do passado ou do futuro. Essa ausência de uma herança emocional faz com que eu não entenda o valor das pessoas da forma como a sociedade espera. Sentimentos como gratidão me escapam, assim como os comportamentos sociais derivados disso. Eu não sei o que é "puxar saco", não faz sentido para mim, e nunca vou participar de padrões de comportamento que considero desprezíveis, apenas porque as pessoas rotuladas como "normais" dizem que isso é uma fórmula para o sucesso – sendo que é claramente parte da trajetória que levou a humanidade a construir um sistema podre. Para mim, o que chamam de "sucesso" e "meritocracia" são lendas urbanas. A realidade é outra: é uma sociedade movida por aprovações sociais e fantasias, onde o que importa é a adequação a normas, expectativas e imagens mentais compartilhadas – algo que, na minha experiência, não faz sentido e nunca fará. Vivo desconectado desses padrões, porque, para mim, eles simplesmente não se aplicam. Essa desconexão se torna ainda mais intensa em uma sociedade que insiste em vender a ilusão de que todos têm as mesmas oportunidades e opções. O positivismo, com sua insistência na superação individual, ignora as limitações reais que muitas pessoas, como eu, enfrentam diariamente. Para mim, que sou misantropo por questões cognitivas, o positivismo soa vazio. Ele ignora as limitações reais da vivência de grande parte da população, que sofre por ignorância e miséria, sem oportunidades reais – e de uma minoria de neurodivergentes que sequer compreende as regras sociais forjadas para manter a ilusão. No final, o que resta é a busca por um espaço onde minha existência, sem fantasias e sem ilusões, seja reconhecida. Não me interessa seguir roteiros sociais que só reforçam comportamentos vazios. Vivo em um mundo que valoriza essas fantasias, mas para mim, o presente, com toda a sua objetividade e limitações, é tudo o que eu conheço. E nesse espaço, eu não encontro sentido nos padrões sociais que outros consideram normais. Estar adaptado a uma sociedade que valoriza indivíduos com transtorno de conduta não é um bom sinal de saúde mental.

Diogo Viana Loureiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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"As voltas do mundo sempre são inevitáveis, E morrer por lobotomia é nascer com um novo nome; Pensamento, lembrança, cicatrizes. Um amor intemporal pode curar tudo ? Nada de julgamentos nem pressentimentos.. Eu e você. Estou esperando uma resposta. Obrigado por todo este amor"

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"Escuto passadas em minhas idéias; O escuro se prepara para perder. Te garanto, sim garanto, esta melodia ninguém vai silenciar; La em cima dos Andes, detonando em minha Fender Les Paul. Um único grito, o grito dos anjos, uni todas as nações. Todos em uma marcha, rumo ao Arco. Ao longo do arco-celeste… até seu fim. Gnomos, faunos e Deus. Todos em uma batida com limão. _Solos na montanha, na cabana, no Alabama. Milhões de saltos, fazem palavras e o mundo tremer, sacudir, sucumbir. Acorde, acorde, aonde você pensa que esteve estes anos? O mundo mudou bastante, mas seu coração sempre sera puro, desde que nisso você possa Acreditar. Agora toque seu acorde, minhas ideias acabam de tropeçar."

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"Queria descreve o silêncio de meus lábios mortos que volvem molhados pela chuva de novembro, e não pelas tuas palavras. Gotas frias e vivas como alfinetes estalam,soam, explodem no chão como uma orquestra de Ludwig Van Beethoven. Em prantos ,gritos e espantos almas dançam e se mostram sempre dispostas a viver, andar e calar. O silêncio nasce entre os carros e avenidas, postes e esquinas. Rebentamentos de luz silenciam qualquer interior. Nisso morre o frio do estomâgo, o arrepio da pele e a orquestra silenciosa. Eu te amo."

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O amor te ensina que de nada valem os vícios; E quando o amor te abandona por um segundo, os vícios sempre querem bater na porta; E olhando a noite, bucólica e fria, pela janela sem o amor e o vicio na mais completa solidão.. tem-se a chance de refletir... hora,...de nada seria eu sem o amor.