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Frase de Rosangela Calza

⁠Sim, faço muitas coisa por obrigação Aham... sinto-me no dever... e por isso saio por aí dizendo sim, sim, sim... mil vezes... quando queria dizer NÃO! Faço muita, mas muita coisa apenas por obrigação... que normalmente vem dentro de um saco de cor escura, vem rodeado de autoprivação, totalmente cheio de sacrifícios em causa própria. Mobilizo meus esforços, minha energia... uso meu precioso tempo. Tudo por obrigação. Aaaa mas você pode deixar de fazer se quiser. Não, não é tão simples assim. Minha dificuldade de dizer não vem da idade da pedra. Não há estudos que dizem que lá atrás nossos ancestrais se deram conta de que colaborar uns com os outros facilitaria a sobrevivência? Recebi isso por herança, acredito. Está tão arraigado em mim essa força de sempre dizer sim... se já me questionei por que motivo tenho dificuldades em dizer não que não seja a herança recebida do meus tatatatatatatatatatravos....? Claro... pode haver muitas outras razões. Mas, não... não vou listá-las aqui. Me ensinaram que dizer não se aprende. Devemos desconstruir a imagem de bondade e servidão que foi criada a nosso respeito - por nós mesmos e pelos outros. Vale lembrar que toda desconstrução causa desconforto no início. Vamos nos sentir estranhos por estarmos agindo diferente do modo como sempre agimos: sim, sim. sim... amém, amém, amém. Por exemplo, estou com os dedos formigando para listar aqui as outras razões de ter dificuldade em dizer NÃO... estou me sentindo estranha por esse meu novo comportamento. Mas, convenhamos, pra você não faz a mínima diferença, né não? Isso prova que o NÃO afeta mais a mim do que a qualquer outro ;) Aprendi também que nada como o tempo pra nos acostumarmos com a nova persona. a que diz NÃO... e sabe que isso fará bem a sim mesma... e quiçá aos outros também... Maybe Yes Maybe No

Rosangela Calza

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Respeitem meu espaço, please! Quero poder gritar. Quando algo está a me incomodar. Se tento me controlar... Nada pior pra me desestabilizar. Manter silêncio? Dentro de mim esse silêncio é estrondoso... bombástico. Pronto a tudo explodir... ou implodir. E me fazer sumir. Quero chorar rios de lágrimas. Lavar a alma. alvejar... purificar. E continuar livre, leve, solta... pela vida a saltitar.

⁠Continua sendo intolerável viver. Não entendo por que se comemora tanto o nascer. Nasce-se e começa-se a morrer.
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⁠Continua sendo intolerável viver. Não entendo por que se comemora tanto o nascer. Nasce-se e começa-se a morrer. Que graça há nisso? E se fala em esperança... Que ironia. Toda noite sucede o dia... Luzes... depois sombras. Momentos de paz, sim... Mas há tantos mais de agonia. Somos solitários... Embora as pessoas se iludam que o estar rodeadas de gente é estar em companhia. Seguimos na nossa tristeza. Colocamos máscaras. Não nos desvendamos totalmente... Expomos só o que nos convém. Escondemos o que aos outros mostra que não estamos bem. Envolvidos em trapos... Farrapos... Há sempre algo de demente no viver. Dormir e acordar. Tudo é uma luta inútil. Tudo tanto faz. E eu? Bem, eu sigo triste e amargurado... Descalço, por este mundo de pedras e espinhos pra todo lado

⁠Minha solidão Parecia minha aquela solidão Era um vazio tão profundo,
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⁠Minha solidão Parecia minha aquela solidão Era um vazio tão profundo, um andar tão só no mundo, um tormento de isolamento. Parecia minha aquela solidão... Vinha sempre tão sozinha, só acompanhada de seus fantasmas só com coração repleto de solidão. Só, sozinha em sua solidão, só queria que alguém na multidão estendesse pelo menos uma vez a mão... e lhe tocasse o solitário coração.

Vá e não volte Vou até ali na frente e não volto. Na vida, tudo deveria ser assim... vá e não volte. Não volte, porque se voltar pode se perder outra vez. Todo mundo deveria nascer sabendo disso. Viver é seguir em frente... não ficar dando voltas, andando em círculos...
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Vá e não volte Vou até ali na frente e não volto. Na vida, tudo deveria ser assim... vá e não volte. Não volte, porque se voltar pode se perder outra vez. Todo mundo deveria nascer sabendo disso. Viver é seguir em frente... não ficar dando voltas, andando em círculos... Lembra como era antes da sua última partida? Você cansava de mim e partia... eu, por dentro, sorria. Sabia que você voltaria. Só que de tanto você partir e eu sorrir... os sorrisos acabaram... agora, quando você parte, eu choro. Só choro. E eu não quero gastar o meu choro... eu não quero chorar até não ter mais lágrimas... então, por favor, vá e não volte. Agora a cada partida sua, atravesso desertos dentro de mim. Você volta... um oásis... até que enfim. E quando eles tiverem fim? Então, vá e não volte. Não quero os desertos, nem os vales de lágrimas... Se você gosta de mim um pouquinho só... então, vá e não volte. ⁠