Pular para o conteúdo

Frase de Gabriela Moda Lourenço

⁠A maior deslealdade de um homem é despertar em uma mulher sentimentos que ele não está disposto a nutrir ou sustentar. Seja sincero com o que sente. Se gosta, demonstre sem medo; se não há mais amor, tenha a dignidade de admitir e seguir o seu caminho. Não há vergonha em assumir uma mulher que se dedica a te fazer feliz, que te oferece apoio e afeto incondicional. Pelo contrário, amar e fazer do outro um lar, um refúgio, é um gesto de grandeza. O que é realmente vergonhoso é mentir sobre o que sente, usar alguém para preencher vazios temporários, ou menosprezar quem, dia após dia, prova o quanto te valoriza e se importa com você. Honestidade e respeito são a base de qualquer relação verdadeira.

Gabriela Moda Lourenço

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Gabriela Moda Lourenço

⁠Ela se olha no espelho, não busca perfeição, mas as marcas que carrega
Continuar lendo

⁠Ela se olha no espelho, não busca perfeição, mas as marcas que carrega contam a história que ninguém lê. Ela é força e silêncio, é um mar de lembranças que bate contra as pedras do presente. De longe, a confundem com calma, mas dentro, há tempestade, um furacão que dança com os sonhos que insistem em voltar. Ela é ela, não há moldura que a caiba, não há olhar que decifre os porquês guardados no peito. Ela ri sozinha, chora sozinha, e quando a noite a abraça, encontra abrigo em si mesma. Ela já foi partida, já se refez tantas vezes, um mosaico de sentimentos onde cada caco brilha mais forte. Ela é luta, é entrega, é a voz que ecoa no vazio mesmo quando ninguém escuta. E se alguém se aproxima, descobre que ela não pertence, porque ser livre é o seu maior segredo. Ela é o ontem que sobreviveu, é o hoje que caminha, é o amanhã que promete ser só dela. Ela é ela, e isso basta.

⁠Eu Quero Que Tu Vá (E Não Volte Mais) Eu quero que tu vá, vá sem tropeçar, Leve tuas cuecas que eu não vou lavar.
Continuar lendo

⁠Eu Quero Que Tu Vá (E Não Volte Mais) Eu quero que tu vá, vá sem tropeçar, Leve tuas cuecas que eu não vou lavar. Vai com teu ego, vai com tua voz, Mas deixa o Wi-Fi, que o plano é meu, óbvio! Eu quero que tu vá, mas vá ligeiro, E leva também teu carregador inteiro. Esquece o drama, nem tenta chorar, Que eu já comprei catuaba pra comemorar! Tu sempre dizia: "Eu sou teu neném", Mas neném que só chora dá trabalho também. Vai pra tua mãe, vai reclamar lá, Aqui já deu, quero paz pra dançar! Eu quero que tu vá, vá na humildade, Que meu Netflix não tem mais tua metade. Deixa o sofá, e aquele abajur, Que eu já troquei tua foto por um cachorro fofur. E se um dia voltar, nem ouse tentar, Que agora aprendi o que é me amar. Vai com Deus, com o Uber ou a pé, Só não esquece: tchau, é tchau, bebê!

Renascença Interior ⁠Eu sou mais do que os restos do que você deixou, Mais do que os ecos das palavras que não me servem.
Continuar lendo

Renascença Interior ⁠Eu sou mais do que os restos do que você deixou, Mais do que os ecos das palavras que não me servem. Eu sou a força que nasceu do silêncio da dor, E, mesmo quebrada, me refaço e me renovo a cada amanhecer. Não sou a sombra que você faz parecer, Nem o lugar onde você se esconde quando tudo está errado. Sou o grito que se cala por dentro, Mas que, quando em paz, ressurge e toma o seu espaço. Já te dei mais do que você foi capaz de ver, Mas não sou mais a que espera, que chora, que se perde. Agora, sou a que se encontra em meio à tempestade, E aprende a dançar na chuva que antes me afogava. O amor que eu te dei não se perde, não se apaga, Mas agora sei que ele pertence a mim, A quem sou, a quem fui e a quem serei, E, por mais que você queira, nunca mais será meu fim.

⁠Alguém que eu conhecia (inspirado na musica Somebody That I Used To Know) Era amor ou o que pensei que fosse,
Continuar lendo

⁠Alguém que eu conhecia (inspirado na musica Somebody That I Used To Know) Era amor ou o que pensei que fosse, Um laço que o tempo desfez, Um retrato de nós dois, Que agora desbota em tons de talvez. Nas palavras não ditas, Cresceram muros invisíveis, Erguemos barreiras sem notar Que o silêncio também é arma afiada. Você, agora tão distante, Um rosto perdido na neblina, Era tudo o que eu sabia, E hoje é apenas ausência cristalina. Não foi o fim que nos destruiu, Mas o meio onde nos perdemos, Pedaços de nós ficaram pelo caminho, Enquanto fingíamos sermos inteiros. Será que você sente a mesma dor? Ou seguimos estradas diferentes, Com cicatrizes que nunca se encontram, Mas que sangram em silêncios presentes? A música ressoa, melancólica, Como um eco de quem fui um dia. E percebo: perder você Foi também perder uma parte de mim.