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Frase de Jorge Jololo Capessa

⁠CRISTAL DE MEL C-om coração de Mulher R-egida pelo amor I-nteiro amor de irmã S-em fingimento de dor T-erna essência mor Ì-ntima pessoa N-unca te esqueça alma encantadora A-mor de pessoa!

Jorge Jololo Capessa

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Pensador.com

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Outras frases de Jorge Jololo Capessa

⁠Oh! Tu violaste mãe pátria que amamenta seus filhos, recém nascidos é a pior coisa que esperava de ti. Violaste suas mentes com promessa, que jamais existiram, vida que coisa! Que coisa que fizeste connosco êh pátria mãe? Hoje teu filho chora, violaste a Pátria, eis que teus fi…
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⁠Oh! Tu violaste mãe pátria que amamenta seus filhos, recém nascidos é a pior coisa que esperava de ti. Violaste suas mentes com promessa, que jamais existiram, vida que coisa! Que coisa que fizeste connosco êh pátria mãe? Hoje teu filho chora, violaste a Pátria, eis que teus filhos nasceram frustrados com suas vidas.

⁠ SE PODESSE VOLTAR A VIVER. Como meu pai, para viveres de novo tudo faria!
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⁠ SE PODESSE VOLTAR A VIVER. Como meu pai, para viveres de novo tudo faria! Uma experiência de vida ao teu lado pai, eu ganharia, Um outro e novo amor dentro de mim nasceria E quando o céu chorar meu calor de filho eu te daria. Quando escapar da captura do irmão da noite Desejar-te-ia em teu trabalho, um milhão de sorte, Um doce café toda manhã te daria, pai eu confesso-te, Um conselho na calada noite, sentado aqui imagino-te. Se estivesses a respirar bem aqui nenhum medo eu teria, E um abraço em cada dia ao teu lado não perderia, Tudo é belo neste mundo, assim dirias. Pai saudades aperta meu peito todos aos dias.

⁠ Boa é a claridade da tarde! A poesia vive; ela será uma eternidade:
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⁠ Boa é a claridade da tarde! A poesia vive; ela será uma eternidade: Faz-me sentir o quão apele arde! Colocá-la-ei no coração de toda humanidade: Ó poeta! Clame com belas rimas! Os poetas vivem sem fim: Como a videira dá vida as vinhas! Como borboletas num jardim: O poder das letras! Vem do coração dos poetas: Com setas das canetas! Nós vivemos sem metas:

⁠A LIBERDADE D´ÁFRICA FORA VENDIDA. I POEMA No dia em que a liberdade foi embora,
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⁠A LIBERDADE D´ÁFRICA FORA VENDIDA. I POEMA No dia em que a liberdade foi embora, Longos navios de silêncio encheram a casa, tão grande, tão vasta! Todos os gatos da vizinhança lacrimejaram rios caudalosos, Comiam cogumelos e varriam as cascatas dos cemitérios Com agudas lâminas de tédio, sobre a presença de uma mão partida. Foi preciso perder de vista as crianças que brincam: liberdade do querer. A cobra branca passeia fardada à porta das nossas cubatas, feitas para perecer. Derrubaram as árvores de fruta-pão, e sempre que uma ave parte: nunca sei para onde. Para que passemos fome vigiam os caminhos receando a fuga da autonomia do fazer. Quando a liberdade é vendida pelo tio, oh! A tragédia já a conhecemos: a cubata incendiada! O telhado de andala flamejando e o cheiro do fumo misturando-se, Ao cheiro de andu e ao cheiro da morte prematura imediata (...) vi a liberdade.