Frase de Oswaldo de Camargo
Escolha Eu tenho a alma voando no encalço de uma ave cega: se escolho rumo do escuro me apoio à sombra do muro pousado na minha testa. Se elejo o rumo da alvura falseio os passos da vida e me descubro gritando um grito que não é meu. Que faço das mãos cobertas de um sol doído só de África? E do tantã nestas veias, turbando o ritmo ao sangue? Na face o dia não pousa o seu cesto de alegria e a manhã precipita ventos e noites amargas.
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Fonte e informações de autoria
Pensador.com | Fonte: O estranho. São Paulo: Roswitha Kempf Editores, 1984. | Nota de autoria: A autoria desta frase foi verificada pelo Pensador.com.
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