Frase de Álvaro de Azevedo
Salve Bandeira Não faço versos, e nem mais choro… não há mais desalento, nem desencanto… Meu livro já não se abre... Não há motivos! Somente prantos… O verso secou! O sangue coagulou, a volúpia se extinguiu, o remorso ficou… Me resta apenas poeira! Não me doem mais as veias… não sinto a amargura do coração… Nestes últimos versos silenciosos, até a própria angústia se foi… Sobra-me apenas, o tal acre sabor, o cheiro da terra, e o traje a rigor...
No pensador.ai desde