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Frase de Felipe Coelho

Pescados peixes, variantes Na relva plena, colocados foram Reviveram de súbito, as barbatanas urgiram-se e no mar de volta, firmaram-se. Glauco, estupefato ficou E na relva que estava Comeu as ervas que juncou. Peixe virou, caindo ao mar, se deleitou. Contemplou Sila Das prediletas ninfas das águas O Deus do mar, Glauco, virou. Pediu sua dourada mão cadente Em seu pleno amor ardente Mas, Sila no alto do rochedo se esconde. E morta por monstros horripilantes Nunca mais se viram Glauco e sua deslumbrante amante.

Felipe Coelho

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Pensador.com

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Beleza exuberante, mulher desejada Todos queriam como esposa. Jaz um cupido; Uniram-se, senão por ela, os casais. Surgiu das espumas do mar ufano Deusa do amor e da beleza rara era ela, Afrodite. Jaz uma flecha lançada, jaz uma flecha certeira Mirada em rostos de desdém Formaram-se casais apaixonados Deus do amor, Eros, era ele. Mulher da planta oliveira, dedicada Coruja era sua ave favorita, soava cantos nas noites dúbias. Era uma Deusa sábia e mãe não tinha. Minerva era ela.

Arrebol pinta o torso do céu, uma boa noite estar por vir; Hora do crepúsculo. Nuvens em neves contida em um só espaço,
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Arrebol pinta o torso do céu, uma boa noite estar por vir; Hora do crepúsculo. Nuvens em neves contida em um só espaço, como em rebanho, ovelhas pálidas. A lua crescente à vista mansa E tuas crinas soltas e bambas, valsando vão. Fito teu lábio de cidreira doçura Do coqueiral quê é teu corpo e com o vento samba. E os cocos flamejam e tombam; quê é hora do teu firmamento, firmando um amor polido e, tudo que é verdadeiro. Como orvalho que cheira mato Como nuvens sem choros carregados Como aves que batem ás asas sem destino