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Frase de Jeyne Stakflett

Sob o céu cinza e molhado da cidade, Odores de almas abandonadas, Mulheres tristes, como tardes encharcadas, De uma cidade cheia de gente perdida, E outras que nunca foram encontradas. Um espaço que se move, dissimulado, Ela veio, mas nada mudou, A nave parada no vasto espaço, A estrela quase se apaga, no fracasso. Hoje mesmo, sob o céu de cinza, Vi uma estrela, no contraste da sala Grande Otelo, Parecia triste, como atriz em desgraça, Era a faísca que acendeu meu olhar sem selo. Olhos que amaram, mas não foram amados, Tentaram se encaixar na máscara requerida, Ela veio só com a alma revelada, Esqueceu a fala, quis ser a própria vida. Ela derramou uma lágrima, silenciosa, Dor contida na língua de guerra, No fronte, firme, em sua causa silenciosa, Enfrentando a batalha verdadeira. Sob o mesmo céu de chuva, molhado, Ela era a gota que cai do céu, Na terça-feira cinematográfica, em pranto, A estrela ruiva, com voz, corpo, alma e fala.

Jeyne Stakflett

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Pensador.com

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Sonhei que num restaurante eu estava, Com Claudia Elisa, uma mulher bela, tão clara, Sua pele, lisa como uma parede, reluzia, E disse isso a ela, numa conversa íntima. Depois, ao sair, uma bromélia encontrei, Nas pedras do caminho, ao chão quis cair, O céu escuro dizia que ia chover, Uma tempestade se aproximava, a correr. Voltei um passo, em frente ao local, A filha de Elisa apareceu no final, Era uma menina, com jeito infantil, No banheiro havia aprontado, sem perceber, sutil. Com sono, então, decidi seguir o caminho, Andando só, sob o céu, matutino, Encontrei duas mulheres de tom escuro, Uma tinha uma borboleta no cabelo puro. Ela assustou-se e saiu a correr, Outra comandou pássaros vingar, Grandes e assustados, voaram a deter, E um, gato, na minha frente a tombar.

nunca toquei o mar com tanta propriedade assim ao toque do vento quando esbarra nos olha da distância de 20 passos ou menos
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nunca toquei o mar com tanta propriedade assim ao toque do vento quando esbarra nos olha da distância de 20 passos ou menos na altura das ilhas ao mar aberto de possibilidades ainda mais furticoloridas das virtudes já vividas nossa maior idade nossa mala da vida frasqueira alheia ao olhar dos falsos amigos uma virtude explode ao ouvido se villas boas ou guitarra voa o tempo dos meus pensamentos não troco um homem de 60 por um de 30 nem por 5 min não tem a hora nem a precisão de quem sabe ao menos a importância dos segundos, dias, semanas, ah quem sabe um dia desses você aqui na nossa cama agora resta sonhar na sala de estar e brincar de vier sonhar talvez dormir florescer...

O Prazo do Eterno Não te esqueci e não mereci, porque tu não és grande como o Sol,
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O Prazo do Eterno Não te esqueci e não mereci, porque tu não és grande como o Sol, nem tão brilhante como a Lua. Eu sou Tupã e você Guarani; era doente e eu não queria, mas conheci. To be or not to be. Eu te admirei um dia, achei que era profundo, mas no fundo não era nada. Vazio como um eco, raso como a cova que te enterrei. Eu sei que errei, mas quem não erra? Era pra ser certo, claro como o dia. Era pra ser sincero e honesto, era pra ser bonito, era pra ser eterno. Era real. Era uma vez. Era amor. Mas o eterno aqui tem prazo: sete horas entre o beijo e o epitáfio. Somos estatística vestida de seda, um país que conta corpos enquanto o café esfria.