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Outras frases de Jeyne Stakflett

Sonhei que num restaurante eu estava, Com Claudia Elisa, uma mulher bela, tão clara, Sua pele, lisa como uma parede, reluzia,
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Sonhei que num restaurante eu estava, Com Claudia Elisa, uma mulher bela, tão clara, Sua pele, lisa como uma parede, reluzia, E disse isso a ela, numa conversa íntima. Depois, ao sair, uma bromélia encontrei, Nas pedras do caminho, ao chão quis cair, O céu escuro dizia que ia chover, Uma tempestade se aproximava, a correr. Voltei um passo, em frente ao local, A filha de Elisa apareceu no final, Era uma menina, com jeito infantil, No banheiro havia aprontado, sem perceber, sutil. Com sono, então, decidi seguir o caminho, Andando só, sob o céu, matutino, Encontrei duas mulheres de tom escuro, Uma tinha uma borboleta no cabelo puro. Ela assustou-se e saiu a correr, Outra comandou pássaros vingar, Grandes e assustados, voaram a deter, E um, gato, na minha frente a tombar.

nunca toquei o mar com tanta propriedade assim ao toque do vento quando esbarra nos olha da distância de 20 passos ou menos
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nunca toquei o mar com tanta propriedade assim ao toque do vento quando esbarra nos olha da distância de 20 passos ou menos na altura das ilhas ao mar aberto de possibilidades ainda mais furticoloridas das virtudes já vividas nossa maior idade nossa mala da vida frasqueira alheia ao olhar dos falsos amigos uma virtude explode ao ouvido se villas boas ou guitarra voa o tempo dos meus pensamentos não troco um homem de 60 por um de 30 nem por 5 min não tem a hora nem a precisão de quem sabe ao menos a importância dos segundos, dias, semanas, ah quem sabe um dia desses você aqui na nossa cama agora resta sonhar na sala de estar e brincar de vier sonhar talvez dormir florescer...

O Prazo do Eterno Não te esqueci e não mereci, porque tu não és grande como o Sol,
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O Prazo do Eterno Não te esqueci e não mereci, porque tu não és grande como o Sol, nem tão brilhante como a Lua. Eu sou Tupã e você Guarani; era doente e eu não queria, mas conheci. To be or not to be. Eu te admirei um dia, achei que era profundo, mas no fundo não era nada. Vazio como um eco, raso como a cova que te enterrei. Eu sei que errei, mas quem não erra? Era pra ser certo, claro como o dia. Era pra ser sincero e honesto, era pra ser bonito, era pra ser eterno. Era real. Era uma vez. Era amor. Mas o eterno aqui tem prazo: sete horas entre o beijo e o epitáfio. Somos estatística vestida de seda, um país que conta corpos enquanto o café esfria.

você é fogo ele diz eu respondo eu sou vulcão⁠
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você é fogo ele diz eu respondo eu sou vulcão⁠ sou sua dona e você é meu cão sou sua escrava e você é meu não você é o poeta eu sou o poema esse amor meu alimento meu suspiro é seu lamento sem você eu não vivo sem teus olhos eu não penso se não sou eu,hora pois ninguém te leu