Frase de Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
DOR SUPREMA Cai a noite, é outono, o cerrado chuvoso, prosa o amplo e deserto céu, místico e tão sombrio uma saudade rameira de angústia tenebrosa geme, ladeia, se fazendo de um silente vazio É noite. Chove. A sensação se vê preguiçosa que só tortura... a recordação provoca arrepio porque sofre na poética do bardo calamitosa que só tem nas sombras de um nublado estio E a noite adentra, e as saudades, uma a uma pesam na solidão, e assim, a tristura exuma acordando no sentimento o aperto que aflora Ah! Eu quisera, planear a felicidade no poema dum dito amor, um amor, não a dor suprema... Chove lá fora! Cá dentro a minha alma chora! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 20 março, 2022, 17’52” – Araguari, MG
Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde