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Frase de Otávio L. Azevedo.

Sentei na cadeira de balanço Levantei minhas pernas para o ar Admirei com ternura o encanto Que aquele doce recanto Tinha à luz do luar Lembrei da terra bendita Que durante anos foi meu refúgio Terra de minha donzela querida Onde o mais belo sorriso Aparecia por detrás do muro. Veio a memória os infindáveis momentos De um amor considerado louco Fiquei perdido em cada pensamento Que naquele triste relento Me parecia pouco Cá estou eu, lá está ela A beleza de sua face não mudou Apenas não existe mais o brilho Por não ter em seus delírios Esse homem que tanto te amou.

Otávio L. Azevedo.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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“A felicidade se esconde aonde ninguém procura.”
Sempre tem um verso que não se encaixa Um objeto da mudança que não cabe na caixa O bicho de estimação perdido na mudança
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Sempre tem um verso que não se encaixa Um objeto da mudança que não cabe na caixa O bicho de estimação perdido na mudança Uma música improvável que toca e a gente dança Tem aquele sol que não brilha tanto O tanto que parece pouco E o pouco que parece nada Tem dia parecendo madrugada Dá saudade, chora, chora, e não tem consolo Eis o pão de cada de dia Que infelizmente não foi me dado hoje Não tive no café poesia Nem um versinho na hora do almoço Declarar minha fome ou me acostumar? Desse tipo de fome eu não devo morrer Mas se é pra viver do jeito que está Uma passagem pro inferno Cansei de viver!