Frase de Otávio L. Azevedo.
Sentei na cadeira de balanço Levantei minhas pernas para o ar Admirei com ternura o encanto Que aquele doce recanto Tinha à luz do luar Lembrei da terra bendita Que durante anos foi meu refúgio Terra de minha donzela querida Onde o mais belo sorriso Aparecia por detrás do muro. Veio a memória os infindáveis momentos De um amor considerado louco Fiquei perdido em cada pensamento Que naquele triste relento Me parecia pouco Cá estou eu, lá está ela A beleza de sua face não mudou Apenas não existe mais o brilho Por não ter em seus delírios Esse homem que tanto te amou.
No pensador.ai desde