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Frase de Beto Dalsochio

E então eu resolvi pra não ficar parado Juntei todas as tintas e montei um belo quadro A tela estava em Branco claro Mas aí joguei a primeira cor, Essa então foi o amarelo Como em um nascer de sol... E pela imensidão que vi já coloquei o azul do mar Então surgiu os roxos... Não muito longe percebi o cor de rosa e senti uma das coisas mais leves que possamos sentir E então na rebeldia que logo veio o pintei com o mais quente vermelho, E foi onde me surgiram as batalhas mais sangrentas... Mas tudo passou quando peguei a cor do verde Ah o que dizer o que falar... Opa Esqueci o que eu ia pintar. Lembrei com maturidade do bege e me consegui me recompôr. Foi breve e com muita sabedoria... O tempo lá fora virou então me vi com o cinza a pintar, E cabisbaixo o desenho logo veio todo a borrar... Mas não tem nenhum problema não... Volto a pegar o Branco e pintar tudo a mão!

Beto Dalsochio

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Beto Dalsochio

Você faz ideia do porque poesias são penduradas em varais? Talvez para escorrer lágrimas de tintas e dos que escrevem. Usando poesia de forma errada
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Você faz ideia do porque poesias são penduradas em varais? Talvez para escorrer lágrimas de tintas e dos que escrevem. Usando poesia de forma errada Com pessoas não amadas Me desprezam ou me usam De uma forma valentia Me usando me acalentando Sou de conversa boa, fácil Porém não me satisfaço Tenho, ou melhor Não sou obrigado a ter Apenas bagunçar ainda mais meu ser O seu já me basta. Não fico orgulhoso, Aliás, A tempos não o sinto. Um café e um livro barato A ordem exata não nos importa Não sou o dedo na sua cara Lhe dizendo o que deva fazer Sou o rosto e as vozes Que te dão todo o prazer. Prazer é o seu O meu é dever.

Vou fugir só mais uma vez pra onde vou não sei, vou me reerguer e de lá vou gritar meu nome. Pra que alguém possa entender que fui um irresponsável, inegável, tropeçando, caindo, levantando... Seguindo andando. E o doce do leite e o azedo da cana e por aí o seu sorriso já não me…
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Vou fugir só mais uma vez pra onde vou não sei, vou me reerguer e de lá vou gritar meu nome. Pra que alguém possa entender que fui um irresponsável, inegável, tropeçando, caindo, levantando... Seguindo andando. E o doce do leite e o azedo da cana e por aí o seu sorriso já não me engana, até sou forte mas não me bata, talvez u goste talvez gostava. O mel vem na lata como tido vem fácil, palavra fácil. Estou tremendo meus lábios adiando o inevitável, procurando o atrasado que talvez esteja no passado.

Eu sofri e quero surpreender As curvas do destino As vozes da minha mente , eu vou calar
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Eu sofri e quero surpreender As curvas do destino As vozes da minha mente , eu vou calar Mas como surpreender no mundo de surpresas Quem é que ataca e quem é o perdoado Lágrimas não correm mais Lamentos nunca vi Agora o que eu quero é me subestimar Saber onde vou e onde posso chegar Ter motivos pra viver e uns goles pra me esquecer O tempo a saudade já não me impressionam mais, a mente incerta não importa pois eu sei que pode não ter nada atrás daquela porta

Hoje tenho pena do meu corpo Aqui embaixo estou desprotegido Tenho que cuidar desse plano
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Hoje tenho pena do meu corpo Aqui embaixo estou desprotegido Tenho que cuidar desse plano Tudo se refletirá sem desengano Pessoas caminhando no deserto dia e noite sem dormir Sem deixar pegadas buscam refletir Todos a busca do ser maior Mas já tentei desistir O remédio que tomei a pouco me fez vomitar, os braços querendo segurar a mesa Me vi gritando como em uma tela de cinema Meu espírito agora está livre Os seus estão presos Não vou mais regredir Não vou mais me esconder Vou caminhar nesse plano Com pena do meu corpo Já me passaram tantos anos