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Frase de Nicola Vital

A CRIANÇA QUE PERDI: Esta noite eu não dormi, com meu siso, Decidi... Viajei no passado (...). E presente me encontrei com a criança Que havia deixado a chorar na estrada sem tino Do alto do consciente, a vi... E entendi. Pra rever meus sonhos, planos, e desejos... Eram todos fúteis! Nasciam da fértil e quimérica imaginação Daquela homérica criança. Neste instante, inexoravelmente anseio Seu resgate Porém não me é dado êxito Ah! Meu mundo surreal Ofusca a aura clara Do régio ser que um dia fui. E dormi apenas eu...

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.