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Frase de Eduardo B. da Costa

Para que chorar a tristeza se é possível sorrir a alegria? A vida nos dá as opções e nós decidimos qual seguir. Chorar ou sorrir? Continuar ou desistir? Derramamos tantas lágrimas insignificantes que são a pura vergonha perante aqueles que só fazem a chorar. Você chora por amor? Há aqueles que não sabem o que é amar. Você chora por dor? Há aqueles que vivem angustiados por tão desmedido sofrimento. E mesmo vivendo de sonhos, muitas das vezes escolhem sorrir. Pois o riso é o remédio para acreditar nos sonhos e cultivar a esperança de que tudo é possível para quem rega a vida com alegria.

Eduardo B. da Costa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Eduardo B. da Costa

Dizem que o amor se acaba com o tempo. Dizem que o amor se desmancha como as pétalas de uma rosa. Dizem que o amor se apaga como num soprar de velas. Dizem que o amor é fraco como um cristal. Dizem que o amor é fato de momento, um sentimento precipitado. Dizem que o amor se ilude…
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Dizem que o amor se acaba com o tempo. Dizem que o amor se desmancha como as pétalas de uma rosa. Dizem que o amor se apaga como num soprar de velas. Dizem que o amor é fraco como um cristal. Dizem que o amor é fato de momento, um sentimento precipitado. Dizem que o amor se ilude com um sorriso, se aproveita de um coração machucado. Dizem muita coisa sobre o amor. Na verdade todo mundo diz o que diz por medo de amar novamente. A negatividade do que dizem sobre o amor, são palavras de um coração indomável.

Nem prosa e nem poesia. Foi-se o tempo do romantismo. Nem flores e nem cantigas. Foi-se o tempo do poeta e seus versos. Foi-se o tempo das serestas. O que resta da poesia são apenas vocábulos a ermo. Palavras ao vento. Romantismo só interessa aos românticos. Ainda que os verbetes…
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Nem prosa e nem poesia. Foi-se o tempo do romantismo. Nem flores e nem cantigas. Foi-se o tempo do poeta e seus versos. Foi-se o tempo das serestas. O que resta da poesia são apenas vocábulos a ermo. Palavras ao vento. Romantismo só interessa aos românticos. Ainda que os verbetes sejam insignificantes aos não leigos, o desejo de ortografar os pensamentos cabe apenas aquelas que entendem de sentimentalidade do espírito e não da materialidade da carne.