Frase de Eduardo B. da Costa
Os ombros tudo suportam. Seu fardo mais pesado são as lágrimas de um verdadeiro amor"
No pensador.ai desde
Os ombros tudo suportam. Seu fardo mais pesado são as lágrimas de um verdadeiro amor"
No pensador.ai desde
Dizem que o amor se acaba com o tempo. Dizem que o amor se desmancha como as pétalas de uma rosa. Dizem que o amor se apaga como num soprar de velas. Dizem que o amor é fraco como um cristal. Dizem que o amor é fato de momento, um sentimento precipitado. Dizem que o amor se ilude…
Dizem que o amor se acaba com o tempo. Dizem que o amor se desmancha como as pétalas de uma rosa. Dizem que o amor se apaga como num soprar de velas. Dizem que o amor é fraco como um cristal. Dizem que o amor é fato de momento, um sentimento precipitado. Dizem que o amor se ilude com um sorriso, se aproveita de um coração machucado. Dizem muita coisa sobre o amor. Na verdade todo mundo diz o que diz por medo de amar novamente. A negatividade do que dizem sobre o amor, são palavras de um coração indomável.
“As palavras de um ignorante não afetam a felicidade daquilo que foi escrito por mãos divinas. Os ignóbeis até tentam, mas o que há, está lapidado sobre a proteção do criador do céu e da terra".
Nem prosa e nem poesia. Foi-se o tempo do romantismo. Nem flores e nem cantigas. Foi-se o tempo do poeta e seus versos. Foi-se o tempo das serestas. O que resta da poesia são apenas vocábulos a ermo. Palavras ao vento. Romantismo só interessa aos românticos. Ainda que os verbetes…
Nem prosa e nem poesia. Foi-se o tempo do romantismo. Nem flores e nem cantigas. Foi-se o tempo do poeta e seus versos. Foi-se o tempo das serestas. O que resta da poesia são apenas vocábulos a ermo. Palavras ao vento. Romantismo só interessa aos românticos. Ainda que os verbetes sejam insignificantes aos não leigos, o desejo de ortografar os pensamentos cabe apenas aquelas que entendem de sentimentalidade do espírito e não da materialidade da carne.
“O silêncio de um poeta sintetiza-se as palavras hibernadas e saciadas de amor. Quando libertadas demasiadamente, declara-se tudo aquilo que o coração sempre quis dizer”.