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Frase de Álvaro de Azevedo

Somos reféns de nossas mentes... E por vezes conduzimos sob nós mesmos, a prática das ações que repudiamos. Pois a todo momento, o instinto e a razão lutam entre si em busca do poder absoluto. Mas como seres falhos que somos, caímos na voz do desejo, que dispersa a razão em detrimento de um vão objetivo egoísta, descrito como alforria para aqueles que se julgam presos, numa cela que os mesmos forjaram.

Álvaro de Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar!…
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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade! Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu! -Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo! De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...