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Frase de Álvaro de Azevedo

Eu queria ser artesão Esculpindo bonecos de barro Como aqueles que um dia vi No museu do cais do sertão Mas essa vontade passou Foi-se com a praticidade E depois já não muito tarde Pensei em tocar violão Mas não me atentei a canção Nas cifras perdia a noção Das notas esquecia o refrão Nas cordas me via sem mãos Só me restou pensar novamente Talvez eu praticasse repente No mais eu pensei brevemente E logo encontrei um caminhão Agora me resta somente Um terno dentro de um caixão Preso debaixo da terra A sete palmos do chão.

Álvaro de Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar!…
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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade! Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu! -Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo! De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...