Frase de Álvaro de Azevedo
Eu queria ser artesão Esculpindo bonecos de barro Como aqueles que um dia vi No museu do cais do sertão Mas essa vontade passou Foi-se com a praticidade E depois já não muito tarde Pensei em tocar violão Mas não me atentei a canção Nas cifras perdia a noção Das notas esquecia o refrão Nas cordas me via sem mãos Só me restou pensar novamente Talvez eu praticasse repente No mais eu pensei brevemente E logo encontrei um caminhão Agora me resta somente Um terno dentro de um caixão Preso debaixo da terra A sete palmos do chão.
No pensador.ai desde