Frase de JOANA DE OVIEDO
PROMESSAS Trago nas mãos tuas promessas vãs sem saber o que com elas fazer e nos ombros os gravetos de antigas primaveras Como barco à deriva levando apenas um remo Das flores, as pétalas que murcharam, aos ventos, ao sol por. E levo nos ouvidos, a esperança da última nota da nossa música e seus ruídos... E nos olhos, desejos por seus lábios frementes. E na terra da mesma estrada, conto nossos passos antes que o tempo e a desilusão os apaguem, amor!
No pensador.ai desde