Frase de Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
FIM DA VOLTA (soneto) E pelo cerrado eu fui, prosseguia No coração só saudades e medo No olhar lembranças em segredo O vento pálido em prece reluzia Longínquo o horizonte, romaria Espesso e truncado o arvoredo Rasteiro, estava mudo e quedo Nenhum pio ao derredor ouvia Parca aragem, alma em degredo Ferindo-me no silêncio aí eu ia No peito a dor velava o enredo Fim da volta, para ti eu partia As mãos tomando-me um aedo Tive que aprender nova alegria... Luciano Spagnol Poeta do cerrado Fevereiro de 2017 Cerrado goiano
Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde