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Frase de Alô! Quem fala , M.K Miller

- Coração partido. A garota choramingava. Eu estava sem paciência, minha cota de telefonemas no dia já tinham literalmente se esgotado. - Use cola, se não servir apenas ache alguém que o cure. Eu desliguei o telefone antes que a garota começasse à chorar mais.

Alô! Quem fala , M.K Miller

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Outras frases de Alô! Quem fala , M.K Miller

Dessa vez foi um tal de Roberto que ligou. Tinha a voz afeminada (não que eu tenha algo contra.) — Em que eu posso te ajudar, Roberto? Ao fundo, eu podia ouvir um forte batidão sertanejo.
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Dessa vez foi um tal de Roberto que ligou. Tinha a voz afeminada (não que eu tenha algo contra.) — Em que eu posso te ajudar, Roberto? Ao fundo, eu podia ouvir um forte batidão sertanejo. — Sinto falta daquele canalha. Voz afeminada. O que foi que eu disse? — Vai ficar nessa foça até quando? Desliga a merda dessa música sertaneja, coloca uma eletrônica e vai dançar. Sabe dançar né, bem? — S-s-sim. — Ele gaguejou. — Ótimo. Achei que só sabia apanhar da bad. O telefone ficou mudo.

"A garota chorava ao telefone, por causa de homem. É mole? A garota dizia se chamar Lizza, o que achei que fosse mentira. Nem todos revelavam seu nome. Lizza, enquanto soluçava contava. — Ele me traiu, com aquela vaca. E eu refletia. Que vaca? Vaca melhor amiga, colega ou inimi…
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"A garota chorava ao telefone, por causa de homem. É mole? A garota dizia se chamar Lizza, o que achei que fosse mentira. Nem todos revelavam seu nome. Lizza, enquanto soluçava contava. — Ele me traiu, com aquela vaca. E eu refletia. Que vaca? Vaca melhor amiga, colega ou inimiga? Lizza jorrava emoções engraçadas, por vezes tentei acalmá-la. Pobrezinha. — Lizza, conte-me sua história. E ela contou. — Estavamos casados há três anos, e ele conheceu uma garota na academia. Foi embora com ela, sumiu. Lizza não chorava mais, sua voz de criancinha tinha sumido. Mulher, ela era uma mulher. — Ele vai ter o que merece, Lizza. Passa um batom vermelho e vai beijar na boca. Lizza riu e desligou. Acho que ela foi."

Me espreguiço em minha cadeira e me preparo para atender a última ligação do dia. Quando o telefone toca, deixo-o tocar duas vezes antes de retirá-lo do gancho. - Alô! Quem fala? - Meu nome é Tony e eu te acho bonita.
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Me espreguiço em minha cadeira e me preparo para atender a última ligação do dia. Quando o telefone toca, deixo-o tocar duas vezes antes de retirá-lo do gancho. - Alô! Quem fala? - Meu nome é Tony e eu te acho bonita. Simples. Direto. - Nunca me viu, Tony. Ele sorri. O sorriso sai abafado, é quase bonitinho. - Não preciso. Digo não aparência. Digo a alma. E você parece ter a alma bonita. Tu tu tu. Caiu a ligação.

— Minha mãe disse que a fada do dente não existe. E eu chorei e chorei. Uma criança? Tinha um criança me ligando na rádio. — Sua mãe sabe que está usando o telefone? — Perguntei.
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— Minha mãe disse que a fada do dente não existe. E eu chorei e chorei. Uma criança? Tinha um criança me ligando na rádio. — Sua mãe sabe que está usando o telefone? — Perguntei. — Ela está no banheiro, fazendo o número dois e chorando. Ela briga muito com o papai. — Porque está me ligando? — Eu já disse. — ele choramingou. Fada do dente. Ok. Que merda eu sabia sobre fada do dente? — Pequeno, acredita em papai noel? Ele ficou em silêncio. — E em coelhinho da páscoa? — Acho que sim. — Ele respondeu. — E no amor? — Perguntei. — Amor? Mamãe acho que me ama mas acho que não ama o papai. Esse amor? Eu não sei. Ele parecia em dúvida. — Tem tanta certeza sobre coisas que não existem, mas o amor ele existe. Mas não podemos vê-lo e sim sentir. — Ah não. — ele dava gritinhos. Afastei o fone do ouvido. — Papai noel e coelhinho da páscoa não existem? Não existe amor também. Não acredito. Nem eu, eu quis dizer. Nem eu.