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Frase de Waldineis Brito

⁠CRÔNICAS DA ILHA A Carruagem de Ana Jansen: Era uma noite escura e tempestuosa em São Luís. As ruas de paralelepípedos estavam desertas, exceto por uma figura solitária que caminhava apressadamente. Paládio, um jovem estudante de sociologia, estava voltando para casa após uma longa noite de estudos na biblioteca. Ele sempre foi fascinado pelas lendas locais, especialmente pela história de Ana Jansen. Enquanto caminhava pelo bairro da Madre Deus, Paládio ouviu o som de cascos de cavalo e rodas de carruagem. Ele parou e olhou ao redor, mas não viu nada. O som ficou mais alto e, de repente, uma carruagem negra apareceu na esquina. Os cavalos eram enormes e negros como a noite, e a carruagem parecia flutuar sobre o chão. Paládio ficou paralisado de medo enquanto a carruagem se aproximava. Ele podia ver uma figura sentada dentro, uma mulher com um vestido antigo e um olhar severo. Era Ana Jansen. A carruagem parou ao lado de dele, e Ana Jansen olhou diretamente para ele. "Você conhece minha história, jovem?" ela perguntou com uma voz fria e distante. Paládio, tremendo, assentiu. "Sim, senhora. Eu sei quem você é." Ana Jansen sorriu, um sorriso que não alcançou seus olhos. "Então você sabe por que estou condenada a vagar por estas ruas. Minhas ações no passado me trouxeram a este destino. Mas você, jovem, ainda tem a chance de mudar seu futuro." Com essas palavras, a carruagem começou a se afastar, desaparecendo na escuridão. João ficou parado por um momento, refletindo sobre o encontro. Ele sabia que tinha testemunhado algo extraordinário e que a história de Ana Jansen era um lembrete poderoso das consequências de nossas ações.

Waldineis Brito

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Pensador.com

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⁠São Luís do Maranhão, cidade imortal, Nas palavras e nas imagens, o tempo é ritual. Eternidade que ecoa, como um canto suave, Em cada esquina, em cada calçada, um convite a amar. "Corações Ancestrais", cápsula do tempo a desvendar, Em suas páginas, São Luís do Maranhão a encantar. Cada leitura, uma jornada de magia e emoção, O livro é um convite a uma eterna celebração.

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⁠São Luís, cidade encantada, Fundada pelos franceses, tão amada. Com seus casarões em cores vibrantes, E suas ruas que contam histórias fascinantes. Cultura rica, de bumba meu boi e tambor de crioula, Cidade de encantos, onde a lua orgulhosamente flutua. O reggae toca, o coração balança, Em São Luís, a esperança nunca se cansa.

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⁠No silêncio de São Luís, O pin-hole revela segredos, Poemas datilografados, Um passado que o futuro carrega. Entre ruas de saudade, A máquina Hermes Baby dança, Letras como memórias antigas, Marcadas nas páginas do tempo. Celso Borges entrelaça versos, "O futuro tem o coração antigo", Uma ode à nostalgia, ao encanto, Onde a poesia abraça a imagem pin-hole. No Instituto Federal do Maranhão, Estudantes, fotógrafos da alma, Capturam instantes com pinças de luz, Diálogo entre texto e imagem se faz. No livro, o projeto gráfico é trama, A estética crua do pin-hole ecoa, O digital rende-se à máquina, Uma sinfonia de passado e presente. Nas páginas escaneadas, a cidade Respira poesia, respira história, Um livro que sussurra segredos, "O futuro tem o coração antigo".

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⁠Sobre os caminhos da cidade, versos de Ferreira Gullar dançam, Onde o Ribeirão acolhe minhas lavagens, Na Rua da Estrela, a poesia se desenha, se lança. No Beco do Precipício, escorrego na trama, Mergulho na Fonte do Bispo, onde o tempo se desfaz, Na Rua do Sol, o brilho cega, na Paz me revolto, sem paz. Entre Hortas e Prazeres, floresço e soluço, mistério que se desata, Na Rua do Alecrim, meu perfume sutil se espalha, Na Saúde, adoeço, na do Desterro, encontro-me, busca que nunca falha. A Rua da Alegria, um labirinto onde me perco, e na Aurora, adormeço, Na Rua do Carmo, ecoa meu berro, na Direita, desvios que percorro, Ferreira Gullar, em Poema Sujo, na teia das palavras, teço.