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Frase de Waldineis Brito

⁠No silêncio de São Luís, O pin-hole revela segredos, Poemas datilografados, Um passado que o futuro carrega. Entre ruas de saudade, A máquina Hermes Baby dança, Letras como memórias antigas, Marcadas nas páginas do tempo. Celso Borges entrelaça versos, "O futuro tem o coração antigo", Uma ode à nostalgia, ao encanto, Onde a poesia abraça a imagem pin-hole. No Instituto Federal do Maranhão, Estudantes, fotógrafos da alma, Capturam instantes com pinças de luz, Diálogo entre texto e imagem se faz. No livro, o projeto gráfico é trama, A estética crua do pin-hole ecoa, O digital rende-se à máquina, Uma sinfonia de passado e presente. Nas páginas escaneadas, a cidade Respira poesia, respira história, Um livro que sussurra segredos, "O futuro tem o coração antigo".

Waldineis Brito

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠São Luís do Maranhão, cidade imortal, Nas palavras e nas imagens, o tempo é ritual. Eternidade que ecoa, como um canto suave,
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⁠São Luís do Maranhão, cidade imortal, Nas palavras e nas imagens, o tempo é ritual. Eternidade que ecoa, como um canto suave, Em cada esquina, em cada calçada, um convite a amar. "Corações Ancestrais", cápsula do tempo a desvendar, Em suas páginas, São Luís do Maranhão a encantar. Cada leitura, uma jornada de magia e emoção, O livro é um convite a uma eterna celebração.

⁠São Luís, cidade encantada, Fundada pelos franceses, tão amada. Com seus casarões em cores vibrantes,
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⁠São Luís, cidade encantada, Fundada pelos franceses, tão amada. Com seus casarões em cores vibrantes, E suas ruas que contam histórias fascinantes. Cultura rica, de bumba meu boi e tambor de crioula, Cidade de encantos, onde a lua orgulhosamente flutua. O reggae toca, o coração balança, Em São Luís, a esperança nunca se cansa.

⁠Sobre os caminhos da cidade, versos de Ferreira Gullar dançam, Onde o Ribeirão acolhe minhas lavagens, Na Rua da Estrela, a poesia se desenha, se lança.
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⁠Sobre os caminhos da cidade, versos de Ferreira Gullar dançam, Onde o Ribeirão acolhe minhas lavagens, Na Rua da Estrela, a poesia se desenha, se lança. No Beco do Precipício, escorrego na trama, Mergulho na Fonte do Bispo, onde o tempo se desfaz, Na Rua do Sol, o brilho cega, na Paz me revolto, sem paz. Entre Hortas e Prazeres, floresço e soluço, mistério que se desata, Na Rua do Alecrim, meu perfume sutil se espalha, Na Saúde, adoeço, na do Desterro, encontro-me, busca que nunca falha. A Rua da Alegria, um labirinto onde me perco, e na Aurora, adormeço, Na Rua do Carmo, ecoa meu berro, na Direita, desvios que percorro, Ferreira Gullar, em Poema Sujo, na teia das palavras, teço.

⁠A máquina do tempo na ponta dos dedos, Em São Luís, onde o passado se faz segredo. Ruas que respiram o pulsar do tambor,
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⁠A máquina do tempo na ponta dos dedos, Em São Luís, onde o passado se faz segredo. Ruas que respiram o pulsar do tambor, Blocos tradicionais, dança que encanta com fervor. Cada tecla pressionada é um portal aberto, Nas letras digitadas, o tempo é descoberto. A cidade é palco, o bloco é poesia, No ritmo do tambor, a história se inicia.