Frase de Diôgo Pereira
Fragmentos para um amor morto Teu nome ainda arranha meu sono. No prato vazio, mastigo tua ausência como pão duro. Minha boca chama — mas só responde o silêncio. Um lençol, um cheiro, uma falta. Teu corpo foi, mas tua sombra não desaprende. Grito teu nome e ele volta sem carne. A noite me veste com tua ausência: lã fria, sangue lento.
No pensador.ai desde