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Frase de Lucio Medina

Espero Daqui a pouco vou te ver Teu rosto beijar E se outro aparecer Vai acontecer o que? Sentirá ciúmes Se eu me insinuar com olhares Com sorrisos, com charmes Será? Espero que ele vá Pra te mostrar com muita clareza Que sua estúpida incerteza Vai fazer eu me afastar Acho melhor você se cuidar, Ou melhor, me cuidar... Se mostrar que é imune A um pouquinho de ciúme Eu vou perder o bom costume De vir te procurar Pois então lhe digo o seguinte Que tudo isso muito me aflige Mas eu não vou desesperar Agirei calmo como um burguês Com o dobro de sensatez Para ninguém me criticar Mas o ódio que agora me assola Pode sumir, se esvair Sem demora Se apenas um beijo me dirigir Deixo então ao encargo da lua Qualquer atitude sua Que possa me seduzir E peço ao seu corpo o ciúme Peço a ti todo o cume Da montanha do amor Que nunca subi

Lucio Medina

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Pensador.com

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De novo E aqui estou eu De novo
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De novo E aqui estou eu De novo Lutando comigo De novo Talvez se eu tivesse dinheiro, eu sumisse De novo Mas não voltaria De novo O ciúme me corroe De novo Meus pensamentos me traem De novo Só que dessa vez eu não senti o seu cheiro Mas o coração aperta De novo Mas eu estou forte, inflexível... Completamente variável... Eu estou apaixonado De novo

Mar Mar Misterioso e sombrio, mar
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Mar Mar Misterioso e sombrio, mar Me abra seus caminhos, mar Deixa eu nadar contigo, mar Pra essa lenda eu eternizar Me conte da Runas e dos seus mistérios Do povo do norte , da morte, dos ventos Mar, me ensina a amar... Me fale daquela que há muito me espera Qual será seu nome e o perfume dela Mar, me ensina a amar... E mesmo que um dia Eu tenha que te cruzar Pro meu caminho encontrar e minha historia estrelar Espero que vá comigo Aonde quer que eu vá Me ensine e seja meu amigo Me ajude a me encontrar... E encontrar a paz...

O guardião da madrugada A noite com seu ardor Me envolve e me enlaça
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O guardião da madrugada A noite com seu ardor Me envolve e me enlaça O que será que nela tem Que no dia me falta Será a lua O vento docê Ou a sombra do nada Que pouco a pouco me faz Um guardião da madrugada? Vagando rumo a lugar algum Como um lobo uivante na noite estrelada Seguindo um rastro Sem cheiro, odor nenhum Seguindo os passos da madrugada E ao nascer o sol Recolher-me-ei Como uma criatura congelada Deitar-me-ei e adormecerei Aguardando uma nova madrugada