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Frase de Patrick Vieira

"Ó meu irmão" Um amigo, um irmão… Algo no peito dói. Talvez seja a saudade, ou não, Seja a distância que criamos em silêncios… Risos que saíram com tanta vontade Que criaram vida E se foram Pra nunca mais voltar. Lembro das conversas sem hora pra acabar, Da areia da praia guardando nossos passos, Do vento levando nossas preocupações E trazendo uma paz que só existia ali. Você foi mais que companhia, Foi abrigo nos dias em que eu me perdia, Foi luz quando o túnel parecia não ter fim, Foi quem me puxou de volta Quando a dona morte sussurrava perto de mim. Tudo que aprendi na fé Carrega um pouco de você, Cada oração, cada esperança, Tem marcas das suas palavras Que me ensinaram a permanecer. E dói… Porque sei que essas memórias não são só minhas, Você também as guarda em algum lugar, Mas talvez escolheu não olhar, Talvez escolheu não lembrar. Ainda assim, Entre o som do mar e o silêncio do tempo, Sua amizade permanece viva em mim, Como ondas que vão e voltam, Mas nunca deixam de existir. Um amigo, um irmão… E mesmo que a distância exista, E o silêncio tenha crescido, Há coisas que o tempo não apaga: A paz que você me trouxe, A fé que você fortaleceu, E o pedaço de mim Que sempre vai lembrar de você

Patrick Vieira

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Pensador.com

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Outras frases de Patrick Vieira

O ser humano só pode ser livre controlando seus desejos! O que é impossível para a mente humana. Os desejos apenas nos dão o ponto de partida para ação submissa a decisão.
Algumas pessoas procuram algo nos outros para criticar e se sentir superior, procuram como um leão a procura de sua presa. Afinal de contas, todos querem reconhecimento e ter o sentimento de importância na sociedade. Sociedade essa, que influência no desejo de superioridade ao pr…
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Algumas pessoas procuram algo nos outros para criticar e se sentir superior, procuram como um leão a procura de sua presa. Afinal de contas, todos querem reconhecimento e ter o sentimento de importância na sociedade. Sociedade essa, que influência no desejo de superioridade ao próximo, e que ao mesmo tempo critica quem a segue.

"Eu Te Vejo, Mesmo Que Não Digas" Te vi quando ninguém mais via, quando teu abraço calou meu fim,
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"Eu Te Vejo, Mesmo Que Não Digas" Te vi quando ninguém mais via, quando teu abraço calou meu fim, quando tua oração venceu o abismo e me fez lembrar que ainda havia um “sim”. Tu foste a ponte sobre águas escuras, a mão no meu ombro, o peito no meu choro, e agora és tu quem afunda em silêncio, escondendo a dor sob um falso decoro. Por fora, um sorriso cansado: “tá tudo bem, pode deixar...” Mas eu escuto o grito abafado: “por favor, alguém… vem me buscar.” Tu carregas o mundo sem pausa, tentando ser força onde falta chão, mas até heróis precisam de descanso, até os fortes merecem compaixão. Não posso tirar tua dor com palavras, nem consertar o que em ti desmorona, mas posso sentar ao teu lado em silêncio, segurando tua alma que ainda ressona. Se não quiser falar, tudo bem, se fugir de ajuda, eu entendo. Só não pensa que está invisível — eu te vejo, amigo, eu tô te vendo. E mesmo se teu mundo ruir em pedaços e tu não tiveres força pra chamar, lembra: fui salvo pelo teu abraço… e agora, eu só quero te abraçar.

"Evangelho de Fariseu?" Dizem que fazem o IDE, Que vão atrás dos de fora,
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"Evangelho de Fariseu?" Dizem que fazem o IDE, Que vão atrás dos de fora, Mas deixam se perder — Os que estavam dentro, desde o início. "Se ele não vier até mim, Não irei até ele", dizem friamente. Incrível. Que evangelho é esse? Evangelho de fariseu… indiferente? Nem chamam de fraqueza a dor que carrego, Chamam de imaturidade. Chamam de birra. Como se feridas profundas Fossem apenas dramas de quem não lida. Mas só quem sangra, Sabe o peso de continuar. Às vezes, fugir é sobreviver — Não é medo… é tentar respirar. E ainda que eu não quisesse sair, Não tive escolha… Pedi ajuda, clamei apoio, E ouvi: “Estou do seu lado” — Mas o fim… o senhor já sabe. Promessas jogadas ao vento, Palavras sem presença. No momento mais escuro, Só o silêncio fez companhia. Enquanto uns pregam multidões, Outros morrem em silêncio. Quem vai por eles? Ou será que… só contam os que aparecem no templo?