Frase de Agnus Virginem
NOME ESCRITO NA TESTA "Admirando o vai-e-vem das ondas, Me encontrava em tristeza sem fim Olhando as águas 'aquecendo as rosas', Senti um doce cheiro de alecrim Nesse momento eu ouvi palavras, Simbolizando o verdadeiro amor E calmamente o vento soprava (o inefável) 'A Manashára do Urakiô'" [Sabiá; Márcio/Goró] E assim eu passava pelo vale da sombra da morte Portando a minha espada de 'linjeticia' Afiada com diamantes em um gume Extremamente cortante E era mesmo assim que eu sozinho vi o que se faz Bem debaixo do céu onde as noites são densas trevas E onde o dia esconde o sol em nuvens escuras E eu passei por esse caminho de zumbis ainda cegos E eles merecem assim, pois não ligam pra verdade Nem mesmo olhando bem de frente pra ela E o cheiro que vem deles e delas é um cheiro putrefato Um cheiro de podre exala deles e nem o seu perfume Caro perfume, pode aplacar o odor de podre deles Eles se alimentam de sujeira e de carne humana Fazem isso achando que ninguém vai ver Eles se enganaram, pois um linjético passou no meio deles Bem enquanto eles comiam suas carnes e esse anjo viu Viu tudo e agora está de prova ante ao tribunal do Juíz E eles tentaram fazer uma lavagem cerebral nele Cujos olhos são câmeras de Deus Mas não conseguiram Nem outras vidas o fazem esquecer do seu propósito E ele só fez crescer, embora com apenas 1,70 de altura Se tornou um gigante cuja a cama é o planeta terra E ele é como um pó mágico no meio da multidão De longe eles conseguem perceber Que tem algo estranho se aproximando Pois a energia dele e o poder, enche um bairro todo E é impossível passar despercebido agora Os seus movimentos fazem uma oração Os seus gestos criam sentenças Protege alguns e joga outros(as) na geena Ele é único no mundo todo, não há igual a ele O sabiá viu ele, e foi até o lugar mais alto ofertar um canto Os animais vieram todos para o cumprimentar confiantes E ele jogou óleo perfumado sobre sua própria cabeça Pegou o seu arco de bronze e carregou a sua aljava Colocou nela uma flecha de pureza, Uma flecha de justiça, uma de sabedoria Duas de perfeição E revestiu o seu arco com amor Saindo triunfante para vencer E o seu escudo foi as mãos de Deus, o seu pai Sua voz é uma faca Jagdkommando Tri-Dagger A faca mais mortal da terra Com três gumes para causar hemorragias irreparáveis Com ela Eu mato demônios e seus seguidores Sem dó, assim como Eu respiro Assim como Eu me movimento 'Eu' cheguei em uns shows musicais E todos tiraram os olhos do palco para olharem pra Mim E Eu saí dali como o vento que se move em redemoinho E vai ser sempre assim, Vou chegar na minha nave Como se fosse a coisa mais normal do mundo Assim como eles comem a 'sua' carne E Vou decolar dalí deixando um rastro invisível Que todos vão enxergar, mesmo cegos
No pensador.ai desde