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Frase de Agnus Virginem

DIGA NÃO AO PECADO O Éden, um paraíso de prazer encontrei em você E como não se perder em toda essa maravilha do prazer? Apenas se puder se tornar como a Deus sem comer Ou comer sem comer da fruta e é assim. Toda vez que eu chego diante dela, da árvore da fruta, Me dá uma fraqueza tão grande, meu coração quase pára E eu consigo sentir o sabor do fruto tão intenso Que isso já basta. Fico desfalescente E aquele fruto que eu ia pegar, cai ao chão Ela a árvore floresce com uma linda flor, Cujo o perfume toma conta de todo o Jardim Conquistado A árvore é sempre como na primavera quando chego Os passarinhos já estão em seu ninho E posso ouvir o canto da fêmea e do macho Da manhã à tarde E sempre que eu vejo a árvore, ela me vê Eu me aproximo, minhas forças acabam e não posso comer É sempre assim até o amanhecer Alguém assopra no meu ouvido: "Você é como a Deus" Com o dom da vida, imortal (sabendo o bem e mal)

Agnus Virginem

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Pensador.com

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DANIEL 1: 8, 16 (BÍBLIA JFA OFFLINE) Deus me livre, olhar dentro do meu prato de comida ...E ver uma galinha em pedaços alí dentro,
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DANIEL 1: 8, 16 (BÍBLIA JFA OFFLINE) Deus me livre, olhar dentro do meu prato de comida ...E ver uma galinha em pedaços alí dentro, E ainda dizer: "Está delicioso!" É um animal, como eu sou, exatamente... Ver os animais, como frutos de alimentação E verter o seu sangue, o seu sofrimento E ainda fazer libação com o sangue do próprio ...No próprio alimento Realmente, o ser humano, que mais parece uma praga Não dista muito de ciclopes em suas lendas Deus me livre, pegar e me alimentar de seres aquáticos, Animais das águas, considerados limpos ou não Nos registros dos livrinhos sagrados E me alimentar, ò decepar, derramar o seu sangue Tirar suas escamas, ò preparar como um fruto Se portar realmente como à um animal irracional Que preda, decepa e come é abominável Como alguém assim poderá estar de pé ante os Deuses? Animais sagrados, todos eles, de um fungo à formiga De um lagarto à um boi De uma ave à um ser aquático das águas doce e salgada Como eu vou? Como eu posso, comer a um porco Que eu mesmo tanto engordei? Dei um nome e o alimentei, dando até carinho!? É um crime! Eles foram feitos primeiros, que aos homens... A terra, realmente, a melhor das mães, dá fartamente Provisões sem fim. A fome torna irracional o homem E a mulher é cumplice nesse crime, junto com as crianças Que crescem e não mudam de proceder Imagina eu, ir comer o melhor dos laticínios Como nada tivesse aí acontecido e acontecendo Como se eu não soubesse que os animais tão escravizados Como se eu não soubesse que eles estão sofrendo Enquanto as pessoas estão orgulhosas diante seus pratos Sua mesa farta ou não e com o rei na barriga O animal, desde o pequeno ao grande, estão escravos A pobreza dos animais não será a sua riqueza O sofrimento dos animais, não será a sua alegria. Adonai, no meu acordar e no meu levantar, Vou estar fazendo para dar glórias Ao comer e ao beber, vou fazer para dar glórias Ao me vestir, para dar glórias Ao falar e fazer qualquer coisa que seja, Até respirar, e dar com isso, muitas glórias Quando eu deitar para adormecer, meu espírito... Estará sempre em glórias. Amém! Amém! E eu sei, que nem o que come pão ou o que come carne, Participará desta herança e jamais se adornará, Dessa armadura que reluz de ouro refinado pelo fogo E aquele e aquela que come pão e carne, Essa será sua única herança e o seu único salário

SONHO DOCE Me foi permitido encontrar com ela, Bem alto no sétimo céu. E a aparência dela era de nuvens
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SONHO DOCE Me foi permitido encontrar com ela, Bem alto no sétimo céu. E a aparência dela era de nuvens Os seus olhos eram esmeraldas E no seu peito havia um broche de ouro com um rubi Os seus pés eram como espelhos encrustados de opalas Suas pernas eram de prata Os seus braços eram como o arco-íris Seu ventre era todo de ouro puro O seu amado é como um numa multidão que ela viu E ela é como a única em três multidões que ele viu E não tem erro agora, eles dão as mãos E vão por um mesmo caminho, mas nunca em vão Eles vão Num lugar onde só existe a primavera Os que são sórdidos fazem ela transpirar assustada Mas o seu amor, traz à ela sua luz que dissipa as trevas E ela se anima, mas logo desmaia com o abraço dele E ele, também fica desfalescente com ela nos braços Ela, não lhe nega o seu beijo, mas diz nos trejeitos Alguma coisa Mas ele não quer a libido Ele quer algum gesto que mostre que o amor dela... É o mesmo que o dele Mais forte que um cometa Atravessando o universo de puro amor E ele quer, tudo o que um único olhar pode lhe mostrar E um único beijo com tudo que ele pode liberar E toda a emoção que o seu coração Pode aguentar quando o seu toque vir me acordar

NÃO TROQUE A LUZ PELA ESCURIDÃO Eu conheço o trigo, muito, muito bem. Ele é bom alimento Mas vou preferí-lo, sem o fermento em um pão ungido
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NÃO TROQUE A LUZ PELA ESCURIDÃO Eu conheço o trigo, muito, muito bem. Ele é bom alimento Mas vou preferí-lo, sem o fermento em um pão ungido Consagrado a Deus Eu conheço os profetas, os de Baal e os de Deus de Israel Ou o Israel espiritual Os segundos, profetizam palavras inspiradas pelo espírito Os outros, por meio dum espírito falso e pobre de luz Todos são profetas, mas o valor deles são diferentes Eu não tenho dúvidas quanto aos que andam na luz Dos que andam em uma clara integridade no caminho Com respeito, dignamente, coisas de um bom espírito E é nesses que eu me encaixo, sendo maior ainda E me sinto diferente de todos os demais... Igualado àqueles da estrada estreita Do tipo de Enoque à Daniel O trigo é estudado, é plantado, é cultivado grandemente (Em grandes plantações) O joio é erva daninha que cresce O joio é uma espécie de capim ou um algo comum Ele brota e muitas das vezes onde não foi chamado É um entrometido e quer estar aonde não deveria Anjos são anjos, mas mesmo esses são diferentes em si Uns são querubins, outros são serafins, e arcanjo Ainda assim, cada anjo tem sua personalidade Isso não pode passar despercebido do poeta incomum Que foi feito poeta por uma questão íntima divina Porque esse poeta, é uma qualidade superlativa de trigo (Então...) Há anjos com luz e outros com mais ainda Ou seja, hão anjos comuns e anjos extraordinários, Assim também, hão poetas comuns Profetas de deuses falsos e profetas extraordinários Poetas incomuns, o que não impede sua simplicidade Anjos com uma luz abundante e infinita que jorra De uma fonte numa lacuna no próprio tempo

CUIDE DO SEU IRMÃO À um, trataram como nada, desprezaram, rejeitaram Humilharam, trataram como um louco e um possuído
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CUIDE DO SEU IRMÃO À um, trataram como nada, desprezaram, rejeitaram Humilharam, trataram como um louco e um possuído As pessoas são mesmo assim. Dizem que o doce é sal E falam que o sal é doce. Para seus objetivos Na verdade elas são culpadas, não foram inocentadas E não serão declaradas inocentes diante do tribunal No qual os mesmos desprezados são agora, promotores A cadeira do Juiz é um trono de fogo ardente E o Juiz justo é reluzente e poderoso como o sol Primeiro eles pecaram contra um espírito incorruptível Mas quando um cordeiro virgem foi abatido, É que se viu o próprio erro e o equívoco insano Aí sim, agora, o desprezado foi observado, tarde demais E fizeram esforços infinitos de reparar o erro irreparável Cada vez se afundam mais na sua vida mortal Chamam ao rejeitado bom, sábio, salvador, iluminado Mas não amaram a luz, a rejeitaram Tentaram ocultá-la, mas seu plano não deu certo, falhou Mas uma estrela caiu quando ele se entristeceu Èste mandaram pro calvário sem poupar insultos O outro venderam pro Egito Mas haverá o choro e ranger de dentes deles lá fora, Da grande festa de casamento dos rejeitados