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Frase de Nicola Vital

MEU PARCO SER: (Nicola Vital) Ontem à tardinha... Em meio àquelas crianças Que gracejavam com bolas de espuma Sem roupas, medos, e sem tino. Sob a chuva oblíqua e fria. Meu indolente ser... Que outrora, assim fora feliz, Fenece a cada instante na busca vã Da criança que possui meus sonhos E devaneios... Qual meu bardo coração No afã de concluir Meu parco ser. 19.08.2015.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.