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Frase de Simony Thomazini

Ninguém sabia, mas por trás daquela máscara inventada havia alguém. Por trás das aparências consagradas e usadas como defesa existia alguém. Os atalhos que usara até então, foram todos enterrados pela forte chuva de medo, angústia, silêncio, e uma certa hipocrisia em não reconhecer o que era real e o que era fantasia. Precisava de coragem. Coragem que fora negada pelo tantos anos usando aquela máscara de pessoa forte, imbatível, impermeável. Mas, chega uma hora que precisa-se agir por conta própria. Chega uma hora que precisa-se deixar de lado as máscaras e aparências sustentadas. Sair do lugar-comum. Ela sabia que esse tempo tinha chegado. Carregar um “eu-inventado"' deixara de fazer sentido. Ela por fim sabia. Deveria (re) criar-se.

Simony Thomazini

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Às vezes estou ausente. Faço-me ausente pra pessoas. Pra coisas desnecessárias. Mas, existem momentos em que eu queria estar ausente de mim mesma. Poder não sentir, mesmo sendo impossível. Às vezes eu preciso me recolher... Eu sei, parece confuso, mas são aqueles momentos onde fa…
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Às vezes estou ausente. Faço-me ausente pra pessoas. Pra coisas desnecessárias. Mas, existem momentos em que eu queria estar ausente de mim mesma. Poder não sentir, mesmo sendo impossível. Às vezes eu preciso me recolher... Eu sei, parece confuso, mas são aqueles momentos onde falar não basta, mostrar-se não convence. Ficar só e fazer disso força. Fazer do silêncio poesia. Preciso me ausentar do mundo quase que como forma de sobrevivência. Colocar-me numa redoma e me contemplar. O mundo distorce o meu olhar sobre mim mesma. Preciso estar só pra poder me enxergar. Enxergar, mais do que ver aquilo que me falta. E saber reconhecer que aquilo que me falta é justamente aquilo que eu desejo pra mim. Fazer da falta não um vazio existencial, mas fonte de querer algo a mais da vida. O desejo me impulsiona pra vida, assim como a falta me leva aos fracassos mundanos e existenciais. Preciso fazer do meu silêncio o meu porto-seguro e o caminho indispensável que me levará de volta pra casa toda vez em que julgar que é preciso.