Frase de Naty Parreiras
São Nunca A metáfora do fim aproxima a véspera Ainda que esta relute na omissão literária do tempo nunca Agora é nunca... Nunca lembrar Nem arrepender A véspera Exaspera o tempo corrente Iludido Elodido... Doído sempre... Interpreta a eminência do finito Se abriga amanhã no amanhecido No fatídico grito de ontem Que larguei ainda agora Enquanto passeava pelo nosso enquanto Tão contínuo e acreditado da véspera Desse dia que ainda virá em tempo algum.
No pensador.ai desde