Frase de Filipe Marinheiro
desviassem filamentos de pedras pomes ao lume que mergulha o meu corpo violino na devassidão das noites picantes conseguiria modelá-la e antes disto ouvi-la transpirar estanque potência entretanto faço parar o giro desse sol em espiral indolente para encher o tempo com sabor corajoso solto-me do soluço maníaco de um mar afrodisíaco dedal tanto se mente a si mesmo como devora o chilrear do aroma azul-celeste divertido dessa alma apêndice a apêndice embalada desculpem-me se cravo as estrelas estrondosas à desprendida lua sonâmbula e a minha maciça boca tinge-se da alcova entre o aconchegante céu de portas amordaçadas onde potente tudo perdoo
No pensador.ai desde