Frase de Sidmar Rodrigo pereira da Silva
À Beira da Cova No frio da noite, a chuva cai, Silêncio e sombra, o vento trai. No peito um peso, um grito mudo, Lembranças mortas no chão escuro. O ferro canta no couro negro, Correntes frias, passado azedo. Uma garrafa, um último brinde, Ao que se foi, ao que ainda finge. LOWLIFE gravado na carne e na alma, Caminho sem volta, sem rumo, sem calma. Um túmulo aberto, convite ao fim, Mas sigo em frente, a morte é pra mim? Na lápide o nome, espelho cruel, O destino escrito num tom de fel. E ali parado, entre a lama e o breu, Vejo no fundo... apenas eu. Morfeu uchiha
Sidmar Rodrigo pereira da Silva
No pensador.ai desde