Frase de Antonio Montes
INFINITO TINO No Dia de Finados, afinei as lágrimas para molhar o chão do passado e andei, montado nos sentimentos dos meus cacos encilhados, eu... Chorei de saudade e viajei no tempo salpicando o ar dos momentos. No dia de finados... Eu vi as flores, arrancadas dos seus braços largada sob a ira do sol, para satisfazer o enfado do cansaço... Vi os jardins chorarem suas felicidades e os ventos soprarem o sopro oco, dos seus amores. No dia de finados... Eu vi a dúvida, aflorando seus medos, seus credos, e seus sonhos de horrores... Vi as lambanças mística, revivendo o ato do seu assassino... Eu vi o findo, cantando o hino... No fino infinito do seu tino.
No pensador.ai desde