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Frase de Pietro Kallef

Ainda vou me curar deste mal-estar que insiste em permanecer, cada vez que olho no espelho vejo sinais de morte, a cada dia caminho ao fim próspero e uma nova geração impiedosa surge para substituir as vagas deixadas por nós neste grande loteamento que foi feito na terra. O som irritante dos ponteiros do relógio quebram os paradigmas tecnológicos que tentam abreviar ou estender a durabilidade humana. O que não se busca em meio a esta conspiração ideológica é a busca de caminhos alternativos para a construção espiritual e reflexiva de nossos atos, afinal, é a única variável que podemos modificar. Seguremos firme as mãos de nossos entes queridos e digamos o que o coração sempre teve vontade de dizer e esqueçamos o considerado inesquecível, pois, certamente o arrependimento virá nos assombrar camuflado em um álbum de fotografia, uma inocente pergunta do seu filho a respeito de quem era aquele ser ou o que significava para você. Escute o que o mundo grita em teus ouvidos a cada nascer do sol, e que nunca teve a sensibilidade de parar um momento para ouvir, podem ser vozes pedindo ajuda ou te agradecendo por ainda estar neste plano existencial. Pense sempre por onde deseja caminhar antes de sair por aí andando sem direção, é preciso se encontrar neste trajeto, porque, ninguém pediu pra nascer, mas estamos aqui e façamos algo que eleve a perspectiva de vida em outras pessoas, sejamos menos egoístas. Isso não é um jogo de quem vai primeiro, não há lado bom ou ruim, céu ou inferno, existe uma alma que habita o seu interior, desperte-a pois já é quase hora de partir.

Pietro Kallef

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Pietro Kallef

Temos que ser fortes ao ponto de conhecermos nossas fraquezas.
Terminei algo que nunca começei, disse palavras revestidas de impressões cruéis, deduzi sem ter provas, atirei pedra e me devolveram flores, entristeci todos e a mim mesmo, reagi com imaturidade e prepotência, ergui minha cabeça a tal ponto que não enxergava mais o passado e velh…
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Terminei algo que nunca começei, disse palavras revestidas de impressões cruéis, deduzi sem ter provas, atirei pedra e me devolveram flores, entristeci todos e a mim mesmo, reagi com imaturidade e prepotência, ergui minha cabeça a tal ponto que não enxergava mais o passado e velhos amigos, andei desesperadamente sobre os trilhos que construí sozinho e que no final não me levaram a lugar qualquer. Te privei da pequena água e me mandaram chuva forte, gritei por ter perdido enquanto muitos choravam em silêncio, não quis escutar enquanto você falava e acabei ficando sem audição por longos anos, rezei pelo meu individualismo nos momentos em que muitos pediam por todos os seres humanos, chamando-os de irmãos. Escondi minhas imperfeições certo do imediatismo, mas, fui consumido pelo egocentrismo trivial. Falaram sobre novos tempos, dias melhores, um amanhã curador e até um travesseiro consolador - onde pusera a cabeça pesada. Cantaram hipocrisias de um final repleto de remissões e que assim os pecados desapareceriam, acreditei que ali tudo terminaria e descansaria em paz, porém, percebi que tudo havia me deixado e nem percebido tinha. Levantei as mãos e ajoelhei ao seu perdão. Permitiria me deitar ao chão? Mereço nada e um pequeno pedaço de solidão, não faça por mim e sim por você - alguém melhor que determinado "eu".

Feri princípios, ignorei o concreto, fingi não ver o plano real de um cartesiano, esqueci palavras que me destruíram por alguns instantes, me curei da chaga venosa, implorei um beijo, entreguei o meu todo, declarei os mais sinceros sentimentos, declamei Cecília, preparei o café a…
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Feri princípios, ignorei o concreto, fingi não ver o plano real de um cartesiano, esqueci palavras que me destruíram por alguns instantes, me curei da chaga venosa, implorei um beijo, entreguei o meu todo, declarei os mais sinceros sentimentos, declamei Cecília, preparei o café amargo, levitei seu corpo sobre o meu e ali permaneci quieto para não te acordar. Fui cego e deixei de ouvir o receio alheio até que fosse suportável para você. Eu nunca pensei em como me livraria desse amor, desejava apenas ter o toque, o cheiro, a saliva, o olhar e os cabelos sobre meu corpo. Procurei no jardim o trevo da sorte, fiz figas, rezei, prometi e cumpri, fiz análise e greve de fome, mas nada teve efeito sobre você. A porta ainda continua entre aberta, para não dizer escancarada e lhe transparecer desespero e solidão, mas, é bem o que representa. Antes, migalhas de você, hoje lembranças. Quando ouvir a nossa música e sentir uma palpitação ou uma vaga recordação, volte e me cubra de luz, somente luz. Infelizmente fui feliz e isso é péssimo.