Frase de Antonio Montes
ESPECTRO DO SONHO Quem me dera, n'essa hera um café do velho coador torrado, coado com saco na tapera do meu avô. Sentado no banco de tabua do machado e transado um tempo que não apaga os rastros de Nosso Senhor. Uma etnia da velha vida vivida pelos batalhadores a terra... Sempre querida com a colheita dos amores. Vai o totem e vai a guerra essa fera que nos consome que o tempo leve as quimeras e os devaneios da dita fome. Esse azul na imensidão feita de ozônio e oxigênio a cada batida o coração alcança mais um milênio. Antonio montes
No pensador.ai desde