Frase de Álvaro de Azevedo
Rosa dos ventos Aos quatro cardeais, trago-lhes as boas novas Nos ventos do cerrado, à Nordeste, Veio a última rosa. Trouxe consigo, mais duas pétalas honrosas Essências perdidas no momento... Porém, no cálice do tempo, puseram-se a prova! Enfim, aos dezesseis sentidos, o enigma aflora Na essência das capitais, caídas sobre o ferro vibrante O intrínseco silêncio do recomeço, sobre o fim, toma o agora E a invalidez das últimas rosas, dá lugar a suavidade do momento A nova flora.
No pensador.ai desde