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Frase de Álvaro de Azevedo

Rosa dos ventos Aos quatro cardeais, trago-lhes as boas novas Nos ventos do cerrado, à Nordeste, Veio a última rosa. Trouxe consigo, mais duas pétalas honrosas Essências perdidas no momento... Porém, no cálice do tempo, puseram-se a prova! Enfim, aos dezesseis sentidos, o enigma aflora Na essência das capitais, caídas sobre o ferro vibrante O intrínseco silêncio do recomeço, sobre o fim, toma o agora E a invalidez das últimas rosas, dá lugar a suavidade do momento A nova flora.

Álvaro de Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar!…
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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade! Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu! -Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo! De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...