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Frase de Rodrigo Borges Miguel

Penso tanto... tanto nela. De contínuo, mas enfim! Olho triste pela janela... Ah... sera que ela pensa em mim? Ausento-me de mim mesmo. Com o pensamento eu corro! Alegro-me quando de súbito vejo, Os traços inocentes do seu rosto. Ah... mas se ela soubesse, O quanto me dói sentir! Ah... mas e se ela dissesse: - Eu sinto o mesmo por ti. Quando recomponho-me, Julgo não saber ao certo o que vi. E ao espelho fitando-me... Noto, que estou a sorrir. Penso tanto... tanto nela! Constantemente, mas no fim; Fecho triste a janela E esqueço-me de mim.

Rodrigo Borges Miguel

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Pensador.com

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Meu fardo pesa... eu sinto desânimo E algo abstrato me sufoca tanto; Quem sou... Um anônimo? Às vezes creio que sou um sonho. Não me pergunte o motivo disso! Não sinta pena, não me acolha! Tudo passa, tudo é omisso; A vida corre e o tempo voa. Por fim, lúcido e ausente Recolho-me para o leito amigo. Cansado e descontente, Durmo, o meu sono ambíguo.

Já acabou o dia que esta por vir, Esboço informe do concreto irreal. Tudo. Tudo cessa dentro de mim;
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Já acabou o dia que esta por vir, Esboço informe do concreto irreal. Tudo. Tudo cessa dentro de mim; No silêncio noturno sepulcral. No ensejo de ver-te sem ver-lhe A face bela de sorriso afável. Brinco que sonho de dizer-lhe Sentindo o calor do teu abraço. Fotografo a penumbra de minh’alma Na noite fagueira de uma data sem ano. Escondo-me sempre na tua calma... Sussurrando digo que, Eu Te Amo.

Leve sono que me envolve Na noite igual de outras eras. Passos lentos, pensar estático,
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Leve sono que me envolve Na noite igual de outras eras. Passos lentos, pensar estático, Rabiscos vãos de qualquer quimera. Na noite alta, há clareza excelsa, Feixes de luz brincam de existir. Como a criança doente que morre aos poucos E brinca sorrindo antes de partir. Há sempre mais do que não pode haver. Há mais cansaço do que cabe em mim; Eu junto figurinhas, sem saber... Que nada é isso e tudo é fim.