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Frase de Rodrigo Borges Miguel

Já acabou o dia que esta por vir, Esboço informe do concreto irreal. Tudo. Tudo cessa dentro de mim; No silêncio noturno sepulcral. No ensejo de ver-te sem ver-lhe A face bela de sorriso afável. Brinco que sonho de dizer-lhe Sentindo o calor do teu abraço. Fotografo a penumbra de minh’alma Na noite fagueira de uma data sem ano. Escondo-me sempre na tua calma... Sussurrando digo que, Eu Te Amo.

Rodrigo Borges Miguel

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Pensador.com

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Meu fardo pesa... eu sinto desânimo E algo abstrato me sufoca tanto; Quem sou... Um anônimo? Às vezes creio que sou um sonho. Não me pergunte o motivo disso! Não sinta pena, não me acolha! Tudo passa, tudo é omisso; A vida corre e o tempo voa. Por fim, lúcido e ausente Recolho-me para o leito amigo. Cansado e descontente, Durmo, o meu sono ambíguo.

Leve sono que me envolve Na noite igual de outras eras. Passos lentos, pensar estático,
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Leve sono que me envolve Na noite igual de outras eras. Passos lentos, pensar estático, Rabiscos vãos de qualquer quimera. Na noite alta, há clareza excelsa, Feixes de luz brincam de existir. Como a criança doente que morre aos poucos E brinca sorrindo antes de partir. Há sempre mais do que não pode haver. Há mais cansaço do que cabe em mim; Eu junto figurinhas, sem saber... Que nada é isso e tudo é fim.

Aceso o Romântismo Há tempos descartado, Por um montante de átomos doentes, distribuídos
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Aceso o Romântismo Há tempos descartado, Por um montante de átomos doentes, distribuídos sobre uma estrutura óssea frágil, Eu Divago: O prazer do impulso fisiológico Descartável, ignóbil e indiferente; Na éra do cérebro oco coletivo É o Nirvana dessa gente. Há quem pense e há quem goste Da comitiva complacente da decadência. Brindando-lhe Vivas! Ofertando-lhe Flores! Tudo proveniente do jardim lamacento de aparências. Ó Solidão! Companheira minha, Que dá-me sempre clareza da vil sedução. Jamais seguirei a via única dessa gente! Optarei sempre por sua contramão.