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Frase de Hiast Liz

Carta ao falecido Nesse corredor jaz uma história; sobre ela contos tristes, mais morta do que viva. Mais a dor, que a alegria, tal que foi assassinada antes mesmo de nascer, que por ti foi abortada antes mesmo de parir. Tal que foi menosprezada em fraqueza misquinha e calculada, tal que despiu teu egoísmo, em face cuspida de avareza. História que me fez afundar no mar enquanto eu queria nadar, história que apagou meu Sol, assassinou meu sono. História que me desconstruiu e me destruiu. Diante dessa tempestade que invade… Espero que o amargo acabe Que o sono volte a ser prioridade Espero que a escuridão cesse e que eu enxergue novamente o brilho do Sol. Espero que as lágrimas sequem no soprar do vento e que meu baleado sentimento seja transcrito e usado da forma mais bonita. Que os anos passem, que o amanhã seja mais meu. Espero que essa dor que defunta fez-se eu, defunta faça tu, cemitério ambulante de vida! Espero o mar debruçar no ritmo da correnteza, espero voltar a observar o silêncio, conversar com o vento enquanto em minha pele soprar. Espero encontrar-me novamente em corredores sinceros, espero gente que saiba do princípio ao fim regar o elo. Espero gente de verdade, que saiba o valor da palavra e também do silêncio, quando invade. Espero o brilho no olho e mais ainda o olhar sincero. Espero gente que ame e se entregue sem prender sentimentos alheios, gente que segue sendo sincero. Espero corredores verdadeiros, não mais os disfarçados. Espero reciprocidade e gente que não faça como o Ainda é cedo do Renato. Espero vida que valha a existência, vida que vive sem o medo de se entregar, vida que respira vida, não apenas este ar.

Hiast Liz

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Você que ama me sufoca, me afaga, me enrola, me transgride, me domina, me amansa... me suga, me encanta, na minha alma dança... me faz ser viva, me trás faíscas. me floresce, me agride, me entorpece.

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Desnuda-mente Em instantes, devaneios. Pare, sinta. Toque! aprofunde-se... Eis na imaginação, complexo. Enfim, por fim, no meio do medo Meu encéfalo é poluído, Minhas vontades são profanas... Meu desejo é extenso, Minha carne é mandona. Sensação profunda, quê! Aqui me toma, para Se fazer dona... Em momento, por inteiro Nas juras e nas preces, concebes. Meus lábios então encontraram os teus.